Se existe uma pessoa neste mundo com um verdadeiro fascínio por tubarões-brancos, seu nome é George Probst. Ele, que é fotógrafo da vida animal, teve sua primeira experiência registrando esses bichos em 2006, nas águas do oceano Pacífico, próximo à Ilha de Guadalupe, na costa do México. Gostou tanto que faz isso até hoje.

Quanto mais fotograva, mais era evidente para ele a tendência de os fotógrafos registrarem os momentos em que os tubarões estavam se alimentando, como se eles fossem sempre os grandes vilões da vida marinha, prontos para devorar espécies indefesas.

Já em seu primeiro mergulho, ele notou que os tubarões não se comportavam da maneira assustadora como eles eram retratados pelos programas de TV. Pelo contrário: eles pareciam ignorar a presença dos mergulhadores — que estavam dentro de gaiolas de proteção — e passavam a maior parte do tempo nadando tranquilamente.

Ao longo dos últimos anos, acompanhado de uma equipe de pesquisadores, o fotógrafo se empenhou em compreender o comportamento dos tubarões-brancos e conseguiu ter acesso às suas personalidades individuais. A maioria dos animais recebeu nomes, como parte de um projeto de identificação contínua.

Apesar de os tubarões-brancos serem grandes predadores e oferecerem perigo como qualquer animal não domesticado, Probst prova, através das suas fotografias, que eles podem ser graciosos em seus mergulhos pelo azul profundo das águas do Pacífico. 

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