Qual é o tamanho do universo? [vídeo]

Podemos ver apenas uma pequena parte do universo e, mesmo assim, essa porção é grande o suficiente para deixar qualquer um confuso.
Por Felipe Arruda em 26/02/2013
Fonte da imagem: NASA Qual é o tamanho do universo? [vídeo]

O universo sempre tirou o sono de muitas pessoas ao redor do mundo: quão grande ele é? Existe uma fronteira final? Ele está aumentando de tamanho? Essas e outras perguntas estão respondidas no vídeo abaixo, que explica conceitos científicos de maneira divertida e em menos de 1 minuto.

Para começar, o vídeo faz a distinção entre o universo como um todo, que guarda inúmeros mistérios, e o universo observável, ou seja, aquele que conseguimos enxergar aqui da Terra. Como o universo tem cerca de 13,8 bilhões de anos, é fácil concluir que, ao olharmos para ele aqui do nosso planeta, estamos vendo estrelas cujas luzes estão, no máximo, a 13,8 bilhões de anos-luz. Dessa forma, podemos imaginar que o universo observável da Terra possui diâmetro com cerca de 27,5 bilhões de anos-luz. Mas esse é um cálculo equivocado.

O tamanho do universo observável

Para começar, o universo está em expansão e, assim, a estrela cuja luz demorou 13,8 bilhões de anos para chegar até nós já se moveu para mais longe e hoje está a uma distância de mais de 46 bilhões de anos-luz da Terra. Dessa forma, temos um universo observável com diâmetro superior a 93 bilhões de anos-luz.

Se fica difícil imaginar algo tão grande, o vídeo ainda faz uma comparação que pode deixar qualquer um maluco: o tamanho da Terra em relação ao universo observável é o equivalente ao tamanho do vírus da gripe em relação ao nosso Sistema Solar. As dimensões são tão absurdas que é praticamente impossível visualizar essa informação mentalmente.

E quando o assunto é o universo como um todo, incluindo a porção que não conseguimos enxergar, estamos considerando algo infinitas vezes maior.

Nosso universo é infinito

Calcular os limites do universo pode ser impossível. Para começar, ele pode não ter bordas, ou seja, pode não ter um fim espacial. Além disso, ele também pode não ter um centro, já que é, provavelmente, infinito.

Como se não bastasse, o universo está em expansão. A cada segundo na Terra, recebemos luzes ainda mais antigas, dos confins do universo. É como se o tempo todo estivéssemos aumentando os limites do universo observável, além da nossa percepção do cosmos. Incrível, não?

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