1. Projeto Steve

Pode parecer incoerente, mas existe um grupo de cientistas que não acredita na teoria da evolução e se aproximam muito mais da visão criacionista do Universo. Por isso, foi criado o Projeto Steve, que reúne quase 1,4 mil pesquisadores que defendem a evolução como um fato científico. Eles parodiam as listas que os criacionistas fazem com cientistas que compartilham de suas teorias de que Deus estaria por trás de tudo que existe.

Um clube para "zoar" quem tenta deslegitimar os cientistas

2. Clube Ejection Tie

Para participar desse seleto grupo, é necessário ter usado o assento ejetado de uma aeronave. Em seu site, eles contam a história de mais de 5,8 mil pessoas que teriam sobrevivido graças a esse avanço da tecnologia da aviação. O clube existe desde 1957 e “premia” seus membros com certificado, carteirinha de “sócio” e um broche.

Você precisa ter usado uma dessas para sobreviver

3. Clube dos Escombros

Projetar uma construção leva muito tempo e, por isso, é bastante frustrante para os arquitetos quando alguma obra, que deveria durar muitos anos, é derrubada sem sua “autorização”. Se você se enquadra nessa categoria, pode se autointitular participante do Clube dos Escombros. É isso mesmo: é você mesmo quem define se você se encaixa nessa “associação” maluca de gente que teve seus projetos transformados em pó.

A construção que você projetou foi demolida? Então você pode fazer parte deste clube

4. Clube da Lagarta

Se você escapou da morte através do uso de um paraquedas, então pode participar do Clube da Lagarta, que tem como lema “A vida depende de um fio de seda”. Mas a sua candidatura só vai ser validada se você não planejou o salto. É necessário pagar uma taxa de adesão de US$ 10, e os responsáveis dizem que “milhares” de pessoas já fizeram seu registro.

Certificado de que sua vida esteve por um fio

5. Clube 300

Que tal enfrentar uma variação térmica de 150 graus Celsius (o equivalente a 300 graus Fahrenheit) para fazer parte de um seleto grupo? Para isso, você deve entrar em uma sauna a mais de 93 °C (ou 200 °F), localizada na estação de pesquisas Amundsen-Scott, na Antártica, e depois correr pelado em volta do marco que simboliza o Polo Sul – a uma temperatura ambiente média de -73 °C (ou -100 °F). A sensação descrita é de que alguém está batendo em seu corpo com uma raquete cravejada de agulhas. Vale a pena?

Depois de se aquecer em uma sauna, é preciso correr pelado em volta do marco do Polo Sul

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