Como você sabe, Ozzy Osbourne é um dos mais conhecidos — e infames — astros do rock, e não é nenhum segredo que o “Pai do Heavy Metal” passou muitos anos abusando do álcool e das drogas. O que você talvez não saiba é que o fato de que o britânico tenha sobrevivido a tanto tempo de excessos deixava muitos cientistas intrigados e, para desvendar esse mistério, em 2010 eles decidiram submeter o roqueiro a várias análises.

Surpreendentemente, as pesquisas comprovaram que Ozzy só conseguiu sobreviver todos esses anos por contar com um código genético único, composto por genes associados à dependência às drogas e ao álcool que eram, até então, desconhecidos para a ciência. Basicamente, os cientistas descobriram que o “Príncipe das Trevas” é uma espécie de maravilha evolutiva.

Mutante

Fonte da imagem: Reprodução/metalpaper

Segundo explicaram, eles descobriram que os genes — associados ao alcoolismo e à dependência química — de Ozzy passaram a apresentar variações estruturais como forma de mecanismo de defesa contra os abusos da lenda do rock, ou seja, esses genes específicos foram forçados a evoluir para garantir a sobrevivência do homem.

O estudo apontou, por exemplo, que os genes de Ozzy o tornavam seis vezes mais propenso a se tornar um alcoólatra, e 2,6 vezes mais inclinado a sofrer de alucinações depois de consumir substâncias psicoativas. Além disso, os pesquisadores afirmam que o “mutante” também contava com mais predisposição para se tornar dependente de cocaína — quando comparado a um ser humano comum desprovido de superpoderes genéticos.

Ozzy comentou que jamais teria se dado conta dessas vulnerabilidades durante os anos de abuso, pois, segundo explicou, ele usava tantas drogas que seria impossível ele não ter se tornado um dependente químico de qualquer forma. Já Sharon Osbourne, a esposa do mutante, disse em uma entrevista que, quando o mundo terminar, somente restarão sobre a face da Terra baratas, Ozzy Osbourne e Keith Richards, do Rolling Stones. E não é que ela pode estar certa?