5 equívocos perpetuados pelo Looney Tunes

5 equívocos perpetuados pelo Looney Tunes

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O desenho animado Looney Tunes fez parte da infância de muitas pessoas. Além disso, ajudou a construir várias ideias mirabolantes nas cabeças das crianças. Com o ar fantasioso que todo desenho costuma ter, Looney Tunes também exagerava em certos aspectos e acabou criando alguns mitos sobre os personagens que acabaram se perpetuando. Confira abaixo o top 5 das ideias mais marcantes do desenho que não eram assim tão verdadeiras:

1. Coelhos amam cenouras?

Pernalonga com sua frase clássica “o que é que há, velhinho?” andava sempre atrás de cenouras. No entanto, não é bem verdade que os coelhos gostem tanto do vegetal laranja assim. Acontece que os coelhos não são capazes de digerir açúcar, um dos elementos principais dessa raiz. Normalmente, coelhos só comem folhas e grama.

(Fonte: Veja/Reprodução)
(Fonte: Veja/Reprodução)

2. Cachorros e gatos se odeiam?

É comprovado cientificamente que não existe nada que faça o cachorro odiar gatos. A perseguição ao felino se dá apenas pela rapidez de seus atos, que acabam atraindo os cachorros. Já viu cachorro correndo atrás do rabo? É basicamente a mesma dinâmica. Agora, quando se trata de instinto protetor, os dois animais agem na defensiva, atacando qualquer ser que os faça sentir ameaça. Só não é nada específico entre as raças dos animais.

3. Papa-léguas é mais rápido que o coiote?

Diferente do que o desenho animado mostra, um papa-léguas não deixaria um coiote para trás em uma nuvem de poeira. O animal consegue ser muito mais veloz do que a ave, correndo quase com o dobro da velocidade, se necessário. Só se houvesem muitos empecilhos, a fuga seria um pouco parecida como é mostrada na animação.

(Fonte: Super Interessante/Reprodução)
(Fonte: Super Interessante/Reprodução)

4. É impossível confundir um gato com um gambá

Apesar de terem quase o mesmo tamanho, seria um pouco difícil confundir um gambá com um gato. Suas características são bastante diferentes, como o pelo, o focinho, a orelha, o rabo e principalmente o habitat natural. 

5. Explodir a arma pela culatra

As leis da física não são respeitadas no desenho animado, claro, por isso é bom reforçar que no mundo real uma espingarda não viraria uma bomba quando colocamos o dedo para tampar a saída do cano. No desenho, para barrar a bala de sair, o personagem apenas coloca o dedo na saída da bala, o que transforma a arma em uma bomba ou o tiro sai literalmente pela culatra. Na realidade, isso causaria apenas uma grave mutilação.

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