5 das armas mais bizarras usadas na Segunda Guerra Mundial
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5 das armas mais bizarras usadas na Segunda Guerra Mundial

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1. Cachorros-bomba

Por conta dos tanques, os alemães conseguiriam invadir rapidamente sobre muitos territórios, inclusive na União Soviética. Para combater isso, soldados da URSS treinaram cães para carregarem explosivo até embaixo desses tanques e, enfim, conseguir destruí-los – também matando os animais.

Nos campos de treinamento, onde os soldados escondiam comidas embaixo dos tanques, a ideia funcionou perfeitamente: os cães corriam em busca do petisco e seria possível detonar os explosivo. Porém, na prática a tática falhou. Ainda que um ou outro veículo tenha sido abatido, muitos dos cães voltavam para as trincheiras soviéticas e acabavam matando seus próprios aliados!

cachorro

2. Spray de peido

Chamado de “Quem? Eu?”, esse era um composto químico que cheirava a estrume e foi projetado para ser usado por infiltrados franceses que o jogariam sobre oficiais alemães como forma de tentar desmoralizá-los. No entanto, apesar de meses de desenvolvimento, na prática foi constato que quem aplicava o spray acabava ficando mais fedido do que o alvo a ser contaminado. A arma acabou descartada e indo descarga abaixo.

guerra

3. Canhão de vento

Em períodos de guerras, a indústria bélica costuma dar saltos gigantescos de criatividade. Um caso notável foi o desenvolvimento de um canhão de vento, pelos alemães, que criava turbulências severas na atmosfera e poderia até mesmo derrubar um avião pego de surpresa.

A arma utilizava compostos químicos que lançavam uma rajada muito foto de vento e vapor de água que, a uma distância significativa, conseguia até mesmo quebrar tábuas de madeira! Ele nunca chegou a ser aplicado na prática porque não ficou totalmente pronto antes do fim da Segunda Guerra Mundial.

canhao

4. Morcegos-bomba

A ideia de usar animais nas batalhas não parou nos cães: norte-americanos estavam planejando soltar milhões de morcegos em cidades japoneses. Cada um desses bichinhos teria um tubinho repleto de napalm nas patas, que seria detonado após os voadores se instalarem em prédios.

A ideia era criar um caos com morcegos em chamas voando e incendiando o alvo escolhido, mas um acidente em uma base militar dos EUA acabou fazendo os cientistas abandonarem o projeto. Pouco depois, o advento das bombas atômicas enterrou de vez os planos de usar os morcegos na guerra.

bomba

5. Okha, a bomba pilotada

Os kamikazes foram soldados japoneses que deliberadamente jogavam seus aviões em alvos. Para maximizar o efeito desses “acidentes intencionais”, cientistas do Japão desenvolveram uma espécie de bomba pilotada: ela era levada por um bombardeiro até perto do alvo, liberada e pilotada por outro soldado, que escolheria seu alvo e transformaria seu avião-bomba em um míssil.

Na prática, porém, os próprios japoneses acharam a ideia meio absurda. Tanto que eles passaram a chamá-la de “Baka”, que significa algo como “idiota” em japonês. Ainda que tenha sido usada na guerra, ela não mostrou uma eficácia muito maior do que as explosões comuns dos kamikazes.

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