Mutações de bactérias na Estação Espacial parecem não oferecer risco
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Mutações de bactérias na Estação Espacial parecem não oferecer risco

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A longa permanência no espaço, seja na Estação Espacial Internacional (EEI) ou em futuras longas viagens, sempre requer uma série de pesquisas envolvendo como os organismos irão se comportar – e não só o dos humanos! Se pensarmos que cada ser evolui de maneira diferente, como será que as bactérias evoluiriam no espaço?

Segundo estudos anteriores, as bactérias presentes na EEI de fato estão evoluindo de maneira diferente das que estão na Terra, mas, de acordo com novas pesquisas, elas não oferecem risco à saúde humana – teme-se que uma possível superbactéria impeça a colonização de outros planetas, por isso é importante descobrir como as condições de microgravidade, radiação e falta de ventilação iriam interferir na evolução dos microrganismos.

Staphylococcus aureus

A autora do estudo, Erica Hartmann, da Universidade Northwestern (EUA), pondera que tais condições são estressantes para qualquer organismo vivo, mas que, no caso das bactérias, não parece estar influenciando para o surgimento de seres mortais aos humanos. As bactérias analisadas no estudo são de dois tipos: Staphylococcus aureus, que é encontrada na pele, e a Bacillus cereus, achada no solo e no sistema digestivo.

Elas foram parar na EEI carregadas pelos próprios astronautas e, ainda que evoluam diferente de suas parentes que ficaram na Terra, não apresentam qualquer traço que remeta às superbactérias. Isso é um alívio para quem pretende entrar em uma espaçonave e conquistar o mundo, mesmo em viagens que podem durar anos! 

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