Mulher corta a mão com papel e quase morre infectada por bactéria

Mulher corta a mão com papel e quase morre infectada por bactéria

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A norte-americana Heather Harbottle, de 49 anos, passou por uma assustadora situação que, para muitos, nunca indicou questões mais graves. Enquanto estava organizando e encaixotando seus objetos pessoas para realizar sua mudança, a mulher cortou-se em uma das caixas de papelão, sem saber que sofreria um dos maiores problemas de sua vida.

Nos primeiros dias após o acontecimento, Heather relatou uma febre e profunda dificuldade para dormir, especialmente causada por uma dor aguda que estava sentindo no dedo cortado. Foi então que, ao procurar uma unidade de saúde local, foi diagnosticada com fasceíte necrosante, uma espécie de infecção causada por uma bactéria conhecida como "comedora de carne" que leva à morte os tecidos da pele. As informações foram repassadas pelo DailyMail.

"Eu estava achando que era uma torção ou luxação do meu dedo mindinho. Mas entre o dedo mindinho e o dedo anelar havia um corte, pensei que (...) deveria ter batido ou algo assim", afirmou a mulher, segundo o LadBible. "Depois de ser diagnosticada com fasceíte necrosante, os médicos ficaram extremamente hesitantes em tocá-lo [o dedo]. O primeiro passo foi usar todos os antibióticos e esperar por resultados." 

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/02/apos-corte-com-papel-mulher-e-infectada-por-bacteria-devoradora-de-carne.html
(Fonte: Reprodução)

Segundo os especialistas do Hilo Medical Centre, no Havaí, local onde ocorreu o tratamento da infectada, a presença da bactéria Staphylococcus exigia um tratamento imediato, já que a vida de Heather corria riscos por conta da infecção, que já estava em estado de generalizada por causa da entrada do microorganismo na corrente sanguínea, espalhando-se rapidamente pelo corpo da mulher e chegando a afetar diretamente o funcionamento dos rins e do coração. 

Após 65 dias em tratamento com antibióticos, onde também foi identificada a presença de uma sepse, quando o sistema imunológico ataca o corpo para proteger-se de uma infecção bacteriana, em que sua pele era removida a cada três dias, entrando em estado de abcesso após um transplante de pele, a única solução foi uma cirurgia reconstrutiva. “A dor era quase insuportável. Eu estava tomando doses pesadas de narcóticos. Lutei com um advogado para ter anestesia geral, não estava dando conta”, recordou a mulher.

Chegando muito perto de amputar a mão, Heather não esconde a felicidade em estar curada, reforçando que estará atenta, nas próximas vezes, às mínimas coisas.

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