Arquipélago paradisíaco de Fiji se declara livre do coronavírus

Arquipélago paradisíaco de Fiji se declara livre do coronavírus

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Numa pandemia, umas das regiões mais seguras são, sem dúvidas, ilhas que consigam ficar completamente isoladas dos continentes. Estas regiões conseguem controlar melhor quem entra ou sai de suas fronteiras e, assim, evita um grande número de contágio e de casos. E é por isso que o arquipélago de Fiji pode, em meio a tanta crise da pandemia, se declarar livre do novo coronavírus.

As ilhas de Palau, Tonga, Ilhas Salomão, Samoa, Ilhas Marshall, Vanuatu, Ilhas Cook e Micronésia se declararam, na manhã desta sexta-feira (05), sem casos da doença. Além de Fiji, Fernando de Noronha, aqui no Brasil, também se declarou livre de casos

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

A covid-19 em Fiji

As ilhas, que tem aproximadamente 930 mil habitantes, tiveram seu primeiro contato com o Sars-CoV-2 no mês de março. Com a possibilidade de: proibir entradas; fechar as fronteiras para o turismo e comércio do exterior; e de retirar ou isolar possíveis contaminados, a situação, ainda que apavorante, acabou ficando muito bem controlada. Fiji registrou um total de 18 casos da covid-19. 

Segundo o primeiro-ministro Frank Bainimarama, o arquipélago não teve nenhum óbito decorrente do novo coronavírus e, ainda que o número de testes tivessem aumentado nas últimas semanas, nenhum novo caso apareceu. Dessa forma, na manhã desta sexta-feira (05), Frank anunciou que o último paciente de covid-19 de Fiji tinha finalmente se recuperado e as ilhas estavam livres da crise

Frank Bainimarama, o primeiro-ministro de Fiji. (Fonte: Fiji Sun/Reprodução)Frank Bainimarama, o primeiro-ministro de Fiji. (Fonte: Fiji Sun/Reprodução)

O prós e contras do arquipélago de Fiji

Ainda que tenha uma facilidade muito maior de evitar o contato com estrangeiros e de fechar as fronteiras para o contágio do novo coronavírus, as ilhas de Fiji não eram consideradas um local promissor durante a pandemia. 

Isso porque boa parte da população de lá sofre de diabetes ou doenças cardíacas e, além disso, a fraca infraestrutura sanitária poderia ser um problema. Todas estas deficiências talvez ajudaram o arquipélago a se prevenir mais e, dessa forma, as ilhas conseguiram erradicar a covid-19 por todo seu território. 

A ideia é que com o passar do tempo Fiji comece a reabir suas portas para turistas e para o comércio exterior, mas, segundo o primeiro-ministro, isto deve acontecer de forma cautelosa e com extremo cuidado.

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