Teoria afirma que o megalodon ainda existe

Teoria afirma que o megalodon ainda existe

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O Megatubarão parece um exagero de filmes hollywoodianos, mas a inspiração vem de uma criatura pré-histórica que existiu de verdade. De acordo com especialistas, o Otodus megalodon poderia chegar até 15 metros, tendo sido extinto há mais de três milhões de anos. 

Ainda assim, a existência de uma criatura pré-histórica tão assustadora fascina as pessoas, além de alimentar teorias de que ele ainda possa viver nas águas profundas e pouco exploradas. 

As suspeitas que sustentam as teorias

As presas encontradas do animal. (Fonte: Wikimedia Commons)
As presas encontradas do animal. (Fonte: Wikimedia Commons/Reprodução)

Há centenas de anos, as presas do animal foram encontradas por todo o mundo. Mas foi somente em 1835 que os naturalista suíço Louis Agassiz descreveu os achados como “megapresas” de uma criatura parente do tubarão branco

Uma das primeiras suspeitas de que o megalodon pudesse não estar extinto aconteceu em 1875. Uma expedição da Royal Society of London descobriu dentes de 10 centímetros em uma profundidade de 14 mil pés em uma área próxima ao Taiti. 

No entanto, o fóssil encontrado contraria algumas informações sobre a criatura. Devido aos hábitos alimentares mostrarem a preferência por mamíferos marinhos — que precisavam ir até a superfície respirar — os paleontólogos acreditam que o megalodon vivesse perto da costa. 

Como poderia ter ocorrido a extinção

Arte de Esther van Hulsen (Reprodução / Popular Science)
(Fonte: Esther van Hulsen/Reprodução)

Ainda não se sabe o que poderia ter mandado o grande predador à extinção. Algumas suspeitas residem na transformações das zonas oceânicas há 3,5 milhões de anos. Com a água mais fria, os mamíferos marinhos se tornaram menos numerosos, o que pode ter dificultado a alimentação da criatura. 

Como seria o animal se ainda existisse?

O animal não seria mais o mesmo se ainda vivesse atualmente. (Fonte: Wikimedia Commons)
(Fonte: Wikimedia Commons/Reprodução)

Especialistas acreditam que, se o megalodon ainda existisse nas águas profundas do oceano, ele teria mudado bastante. 

Em entrevista, o pesquisador de tubarões Kenshu Shimada afirma que a quantidade de energia que o animal precisaria produzir para se manter aquecido nas águas profundas — já que ele é considerado sangue-quente, — demandaria uma quantidade absurda de alimentos. 

E, considerando a escassez de animais grandes para sustentá-lo no fundo do mar, o animal poderia se parecer com um tubarão adormecido. 

Embora muitos avanços tenham sido feitos para mapear o fundo do mar,  ainda não é possível descartar a possibilidade de que espécies que se acreditavam extintas possam estar vivas, habitando as misteriosas profundezas marítimas… 

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