A história por trás de uma das igrejas mais isoladas da Europa
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A história por trás de uma das igrejas mais isoladas da Europa

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De longe, a Europa é o destino de viagem mais badalado do planeta e, quando pensamos em seus pontos turísticos, inevitavelmente vêm à nossa cabeça lugares como França, Espanha, Itália e Reino Unido. Porém, as atrações que o Velho Continente reserva não se resumem apenas a essas nações: prova disso é essa isolada igrejinha, situada no alto de uma das montanhas do Cáucaso — região do leste europeu, espremida entre os mares Negro e Cáspio.

Chamada de Igreja da Trindade Gergeti, a construção do século 14 se situa nos arredores da cidade de Stephantsminda, na Geórgia, e está assentada no cume de uma montanha de 2,2 mil metros de altura. O visual de tirar o fôlego é completado pela encosta da montanha que se projeta atrás da igreja ortodoxa georgiana, que, dependendo do ponto de vista, lembra muito uma onda do mar.

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Origem

Conta-se que o templo foi construído com a intenção de servir como uma espécie de cofre para guardar as relíquias mantidas na catedral de Mtshketa — uma das cidades mais pujantes e antigas da Geórgia — em momentos de perigo.

No século 20, quando o território do país foi anexado à União Soviética, as atividades religiosas no templo foram proibidas; no entanto, mesmo assim, o local permaneceu sendo um destino turístico bastante popular, sobretudo entre os russos. 

Realidade atual

O isolamento que outrora garantia segurança adicional hoje é encarado como um obstáculo ao potencial turístico. Mas, apesar das 6 horas de viagem — feitas por estradas sinuosas, esburacadas e sem pavimentação — há quem considere a vista do alto da montanha onde se encontra a igreja de Gergeti uma inquestionável recompensa, condizente com o fim de uma grande aventura. 

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