A selfie que fez a polícia descobrir como uma jovem matou a melhor amiga
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A selfie que fez a polícia descobrir como uma jovem matou a melhor amiga

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Brittney Gargol tinha apenas 18 anos de idade quando foi assassinada, em março de 2015 em Saskatchewan, no Canadá. Foi apenas agora, no dia 15 de janeiro de 2018, no entanto, que a autora do crime foi revelada: uma de suas melhores amigas, Cheyenne Rose Antoine, que tem 21 anos.

A confirmação de que Cheyenne matou a colega só foi possível graças a uma selfie que ela mesma postou no Facebook, horas antes de acabar com a vida de Brittney.

A foto, publicada no dia 24 de março de 2015, mostra as duas jovens uma ao lado da outra, sorrindo. Horas depois da selfie, elas foram para uma festa e, depois de beberem e de consumirem maconha, acabaram brigando uma com a outra.

A discussão acabou com Cheyenne usando o próprio cinto para estrangular Brittney até a morte. O cinto acabou ficando ao lado do corpo da jovem morta, e o cadáver foi encontrado na manhã do dia 25 de março, por uma pessoa que caminhava pela região.

Na mesma manhã, Cheyenne escreveu no mural de Brittney: “onde está você? Não tive notícias suas. Espero que tenha chegado bem em casa”. Ainda assim, desde o início a polícia a considerou uma possível responsável pelo assassinato.

Crime solucionado

Cheyenne Rose Antoine

Ainda assim, a jovem continuava postando mensagens saudosas no perfil do Facebook da amiga, e foi a mesma rede social que acabou realmente provando que Cheyenne era culpada: os policiais que cuidavam do caso resolveram rastrear suas publicações antes do assassinato e se depararam com a foto que provou a responsabilidade de Cheyenne.

Na imagem em que aparece sorrindo ao lado de Brittney, Cheyenne está usando o cinto que a polícia encontrou ao lado do corpo da garota. Com a reviravolta no caso, a acusada acabou contando para uma amiga que ela realmente era culpada, e essa amiga ligou para a polícia, revelando tudo. Agora, a assassina de Brittney deve cumprir pena de 7 anos de cadeia.

A sentença foi leve porque o júri considerou que a jovem demonstrou remorso ao longo do processo. “Nunca me perdoarei. Nada do que eu diga ou faça vai trazê-la de volta. Eu sinto muito... Isso nunca deveria ter acontecido”, declarou ela, em um documento lido por seu advogado.

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