Cintos de castidade eram mesmo reais?

Cintos de castidade eram mesmo reais?

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Segundo as lendas, antes de partirem em suas longas viagens heroicas, os cavaleiros medievais colocavam cintos de castidade em suas mulheres. Eles serviam para proteger as partes íntimas femininas de “invasões” de outros cavaleiros ou menestréis com boa lábia e também eram uma forma de garantir que a linhagem sanguínea permanecesse pura (e evitar a difícil pergunta: como essa criança nasceu se eu passei anos tentando tomar Jerusalém?).

(Fonte: Reprodução)

O cinto era feito de metal e couro, e possuíam bordas afiadas, pontas e outros mecanismos projetados para causar sérios danos a aqueles que ousassem ter uma relação sexual com ele ali. Mas será que esse aparato existiu mesmo ou é só um mito?

Bardos como Jaskier (The Witcher) teriam sérios problemas com esses cintos. (Fonte: Reprodução)

A resposta é que historiadores descobriram que esses artigos nunca existiram, não da forma como pensávamos. Depois do Museu Britânico confirmar que o item desse tipo que estava em exibição há mais de 100 anos era falso, outros museus discretamente pararam de exibir seus cintos de castidade (ninguém quer passar vergonha exibindo falsificações por aí, né?). Segundo alguns pesquisadores, é provável que esse mito tenha surgido em sátiras de escritores franceses, como Rabelais, que zombavam do sexo medieval.

 

“Como pensávamos”?

Bom, a verdade é que se existe uma ideia, uma hora ou outra ela vai ser concretizada. O que isso quer dizer? Que existem sim cintos de castidade atualmente, mas eles não são usados para a mesma finalidade do que na lenda medieval. São procurados como brinquedos sexuais, com a finalidade de causar prazer e desejo. Os cintos podem vir em diferentes formatos e cores e fazem sucesso com os adeptos de jogos sexuais.

Será que Christian Gray toparia usar um cinto de castidade? (Fonte: IMDb/Reprodução)

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