Indiano se finge de morto para driblar restrição de quarentena

Indiano se finge de morto para driblar restrição de quarentena

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Como medida de restrição imposta rigorosamente para barrar o aceleramento da pandemia de coronavírus, as recomendações de quarentena e isolamento social tornam-se praticamente obrigatórias para evitar o contágio e complicações bem mais severas, porém algumas pessoas ao redor do mundo não estão lidando muito bem com a situação, seja por ignorância aos números e fatos, ou por diversos outros fatores que podem vir a desgastar o psicológico.

Em vários locais do mundo, é possível identificar pessoas saindo pelas ruas de forma escondida ou, até mesmo, descarada, aproveitando-se da liberdade ainda condicional e da limitação do sistema judiciário de certos países, que ainda não estão tratando o coronavírus com sua devida seriedade.

Fingiu de morto...

Dessa vez, o curioso caso de um cidadão que decidiu enfrentar a quarentena ocorreu na Índia, que ordenou cumprimento de isolamento obrigatório em todo o país desde a última quarta-feira, quando Hakim Din, um homem de 70 anos de idade morador de Poonch, na região da Caxemira, que estava sendo tratado em um hospital local após receber um ferimento em sua cabeça, acabou perdendo o toque de recolher para voltar a sua casa.

Foi então que um enfermeiro, compadecido com a situação do idoso, decidiu transportá-lo de volta em uma ambulância, precisando apenas que o homem fizesse uma coisa: fingir-se de morto durante o caminho. A medida foi necessária para poder leva-lo até sua casa, já que, por conta das exigentes medidas judiciais de quarentena, o veículo teria que passar por postos de controle para ser averiguado.

Tudo estava dando certo, enquanto Din e mais três outros fingidores estavam sendo carregados, com uma tensão à flor da pele. Porém, segundo relatos de Ramesh Angral, Superintendente de Polícia de Poonch, após o time de falsificadores conseguir passar por vários postos apresentando atestados de óbito falsos, foram cercados na última barreira de controle, onde houve uma investigação mais minuciosa e detalhada sobre o real estado dos corpos transportados. "Um policial local imediatamente descobriu que os homens que estavam cobertos dentro da ambulância não podiam estar mortos", disse Angral, em reportagem para o Jagran English.

Acusados de "enganar e desafiar as ordens proibitivas do governo", todos os envolvidos foram presos e colocados separadamente em quarentena, encerrando a aventura inesquecível do grupo de falsificadores.

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