Vidente australiana diz que consegue sentir o cheiro da morte
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Vidente australiana diz que consegue sentir o cheiro da morte

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Filmes de super-heróis não são lançados com tanta frequência sem motivos. Todo mundo já se imaginou com poderes únicos, voando pelos céus ou levantando qualquer objeto com a força do pensamento. As próprias histórias mostram como esse diferencial pode ser algo muito bom, mas também a causa de dilemas que não existiriam em uma vida comum.

Vivendo no estado de Nova Gales do Sul, na Austrália, a vidente Ari Kala precisa lidar com uma habilidade nada convencional: ela consegue sentir o cheiro da morte nas pessoas. A descoberta aconteceu quando ela tinha apenas 12 anos, ao visitar um tio que estava com uma doença terminal. Ninguém no local sentiu o mesmo cheiro, que ela descreve como “estranho, como algo podre e doce”.

O odor foi identificado em várias situações, especialmente quando ela esteve entre pessoas idosas ou com doenças terminais. Após um tempo, ela mesma entendeu que “sentia a vibração da morte vindo delas”, e esse era o segredo para detectar o óbito iminente.

Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades

Kala não conseguirá salvar o  mundo de monstros vindos do espaço utilizando suas habilidades, mas esse “poder” acabou trazendo algumas consequências. “Essa habilidade parece um fardo. Eu costumava avisar os familiares da pessoa, mas, após um tempo, percebi que esse não era meu dever”.

O alerta sobre a morte iminente pode causar diversas reações em toda a família, por isso ela considera a capacidade de cheirar a morte como algo irrelevante, pois qual seria a utilidade de uma informação como essa? Não seria prejudicial para todos os envolvidos?

Por isso, Kala decidiu não focar seus esforços nessa habilidade; prefere ensinar jovens mulheres a utilizarem seus poderes de clarividência para uma boa causa. Segundo ela, todos temos algum nível de habilidades paranormais, que geralmente são suprimidas durante a infância.

Ela mesma revela que, quando criança, “podia ler as emoções das pessoas e sonhar coisas que acabavam acontecendo. As pessoas não gostam disso e, conforme fui crescendo, me senti com medo de ser julgada, reprimindo essas habilidades naturais”. Agora, além das próprias habilidades, ela ajuda outras pessoas a desenvolverem seus poderes adormecidos.

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