Como problemas de saúde podem fazer com que você não tenha orgasmos

Como problemas de saúde podem fazer com que você não tenha orgasmos

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Se você já vive a vida como ela é e não se espelha em cenas de filmes, sabe que nem sempre o sexo acaba com o orgasmo de todos os envolvidos – o que não significa que o rala e rola foi ruim, hein, que fique claro! De qualquer forma, é sempre bom quando o famigerado orgasmo dá as caras.

O problema, especialmente quando falamos da vida sexual feminina, é que o psicológico afeta muito o resultado final da coisa toda, e às vezes as mulheres sentem tanta pressão em relação a ter orgasmos que, no fim das contas, não conseguem chegar lá.

De acordo com Leah S. Millheiser, do Stanford University Medical Center, em declaração publicada no Huffington Post, a maioria das mulheres jovens e saudáveis que reclamam do fato de não atingirem o orgasmo acabam descobrindo que isso tem relação com fatores psicológicos, e não físicos. Ela afirma, ainda, que muitas vezes essas mulheres têm noção de que elas mesmas estão dificultando o orgasmo.

Mas por quê?

A explicação para isso pode estar em transtornos de ansiedade e também na pressão social sofrida pela mulher. Por outro lado, há casos de reais problemas de saúde que atrapalham o êxtase.

Para entender essa questão dos problemas de saúde, vale relembrar o processo fisiológico do prazer sexual, que faz com que haja contração muscular na região pélvica e maior fluxo sanguíneo também. Se a mulher tem alguma doença vascular de longa data, como diabetes ou colesterol elevado, o sangue não viaja normalmente pelos vasos. Com pouco sangue na região genital, não tem mesmo como garantir um orgasmo intenso.

Outras condições do sistema nervoso, como a esclerose múltipla e a epilepsia, também podem ter um impacto na ocorrência e na intensidade dos orgasmos – isso tem a ver com o fato de que os estímulos sexuais requerem que a região genital mande mensagens, por meio da medula espinhal, ao cérebro.

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Acha que é só isso? Que nada! Oscilações hormonais também alteram as experiências de prazer sexual, especialmente durante períodos como amamentação e menopausa – nessa segunda fase, as mulheres costumam levar mais tempo para atingir o orgasmo, e muitas afirmam que eles são menos intensos.

Em termos de saúde mental, sabe-se que a depressão é uma grande vilã da vida sexual sadia, já que diminui o desejo sexual – inclusive por causa de alguns antidepressivos.

De qualquer forma, é fundamental saber que, além de vivermos em tempos felizmente mais modernos nesse sentido, quando o prazer feminino já não é tão negligenciado, a perda de libido e a incapacidade de atingir o orgasmo podem, sim, ser um bom motivo para você procurar ajuda médica. O que não vale é não fazer nada a respeito.

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