6 fatos bizarros sobre o comportamento sexual dos animais
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6 fatos bizarros sobre o comportamento sexual dos animais

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1. As elefantes fêmeas e seus pseudo-pênis

Você se lembra de que os Mamonas Assassinas te mandavam imaginar como é o sexo dos elefantes? Pois bem, não é nada simples: primeiro que as fêmeas possuem um clitóris bem avantajado, parecido com um pênis, tanto que é chamado de pseudo-pênis. Por isso, não é possível determinar o sexo do animal apenas olhas para seus órgãos externos.

Por conta dessa característica, os machos não conseguem copular se as fêmeas deixarem – do contrário, nada feito. Quando a permissão é cedida, o pseudo-pênis é recolhido, criando o caminho para o macho procriar. Essa característica não é exclusiva dos elefantes: as hienas também fazem amorzinho dessa maneira.

"Hoje estou com dor de cabeça, benzinho"

2. A aranha com um pênis gigante

Os machos de aranhas do gênero Tidarren são o que podemos dizer de “bem-dotados”. Tipo, eles carregam um pequeno monstro entre as 8 pernas – poderíamos chamá-los de Kid Bengala das aranhas. Por isso, o sexo se torna um momento de glória.

Quando finalmente copulam pela primeira vez, os machos simplesmente descartam o próprio pênis na vagina das fêmeas, para lacrar o buraco! Ao se tornarem eunucos, eles não abandonam as parceiras; afinal, agora os machos podem curtir a vida sem o peso do passado e cuidar para que nenhum outro macho venha se aproveitar de sua amada.

A fêmea fica com o pênis plugado em sua vagina; o macho se torna agressivo depois que isso acontece

3. Os pássaros e o amor nas grandes metrópoles

Quanto maior a cidade, maior a chance de você encontrar sua cara-metade, certo? Depende... Se estivermos nos referindo a nós mesmo, isso pode ser uma verdade, mas no mundo animal a barulheira dos centros urbanos pode atrapalhar. A maioria dos pássaros encontra seu parceiro ideal através do canto, que fica abafado com o caos da vida moderna de nós, os humanos. Por isso, faça silêncio, por favor. As rolas e as pombas agradecem.

"A gente só quer esquentar o ninho"

4. Os orgasmos das chimpanzés

Para as mulheres, atingir o orgasmo não é uma coisa muito fácil. A maioria só consegue com parceiros que elas amem de verdade ou que realmente manjem do assunto. O mesmo acontece no mundo animal com os chimpanzés, com o plus de que a hierarquia social também influencia. Machos dominantes de um grupo conseguem fazer com que suas namoradas atinjam o orgasmo se elas forem de mais baixa patente no grupo. Em situações contrárias, ou seja, fêmea dominante e macho com menos prestígio, o orgasmo feminino raramente é atingido.

"Só com amor"

5. A superproteção das orcas pelos filhos

Se você acha que sua mãe não desgruda do seu pé, precisa conhecer como funciona com as orcas. Elas protegem seus filhotes machos mesmo depois que eles se tornam adultos e buscam uma parceira. Essa dependência é tão grande, que os machos de orca têm uma chance 3 vezes maior de morrer no ano seguinte à morte de sua mãe, por exemplo. Já as fêmeas são criadas mais soltas, pois irão possuir sua própria prole para se preocupar no futuro.

"Vamos, tesouro! Não se misture com essa gentalha!"

6. Os coalas e as DSTs

Você sabia que não somos apenas nós que estamos propensos a doenças sexualmente transmissíveis? Isso pode atingir até mesmo criaturas fofinhas, como os coalas. Sim! Na Austrália, quase todas as espécies desses safadinhos estão contaminadas por um tipo de clamídia.

Felizmente, uma nova droga para tratar essa doença parece ter sido descoberta por acaso – justamente quando os pesquisadores testavam tratamentos contra a clamídia em humanos. Os resultados em laboratórios foram bem eficazes, então vamos torcer para que isso chegue logo ao mercado veterinário para salvarmos os bichinhos dessa doença que pode causar incontinência urinária, infertilidade, inflamações e problemas de respiração.

"Você trouxe camisinha, bebê?"

*Publicado em 15/09/2016

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