Com quais questões do futuro deveríamos estar preocupados?
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Com quais questões do futuro deveríamos estar preocupados?

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De acordo com o pessoal do site VICE, todos os anos a revista online Edge pede que os maiores pesquisadores, acadêmicos, escritores e tecnólogos do mundo ponderem sobre uma determinada questão, e suas opiniões são mais tarde publicadas. A pergunta deste ano — dirigida a 151 das mentes mais privilegiadas do planeta — foi “Com o que deveríamos estar preocupados?”, e você pode conferir abaixo algumas de suas respostas:

  • Que a pseudociência ganhe espaço, por Helena Cronin, escritora e filósofa;
  • Com os eventos realmente apocalípticos. O crescente número de acontecimentos de pouca probabilidade que podem provocar a completa devastação da sociedade humana, por Martin Rees, ex-presidente da Royal Society;
  • Com a diminuição da cobertura de assuntos científicos por parte dos jornais, por Barbara Strauch, editora de ciências do The New York Times;
  • Com as explosões estelares, o eventual colapso do Sol e os problemas em relação ao comportamento humano que nos impedem de lidar com essas situações, por John Tooby, criador da psicologia evolucionista;
  • Que a internet está acabando com a escrita, por David Gelernter, cientista da computação da Universidade de Yale;

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  • Que os sites de busca se transformem em árbitros da verdade, W. Daniel Hillis, físico;
  • Que o direito ao acesso à informação continue sendo negado aos cidadãos, por David Rowan, editor do site WIRED do Reino Unido;
  • Que as tecnologias digitais estejam acabando com a nossa paciência e alterando a nossa percepção do tempo, por Nicholas G. Carr, escritor;
  • Que o aumento na capacidade de autossolucionar problemas das nossas tecnologias diminua a nossa habilidade de diferenciar entre questões triviais, importantes e, até mesmo, as não existentes, por Evgeny Morozov, editor colaborador do site Foreign Policy;
  • Que vamos parar de morrer, por Kate Jeffery, professora de neurociência comportamental;

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  • Que existam infinitos Universos, mas que sejamos capazes de estudar apenas este no qual vivemos, por Lawrence M. Krauss, físico e cosmólogo;
  • Com a arrogância sem limites da humanidade, por Jessica L. Tracy, professora de Psicologia;
  • Que a tecnologia coloque a democracia em risco, por Haim Harari, físico;
  • Com o estresse, por Arianna Huffington, agregacionista extraordinária;
  • Que vamos perder o contato com o mundo físico, literalmente, por Christine Finn, arqueóloga;

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  • Que estamos nos tornando conectados demais, por Gino Segre, professor de Física e astronomia;
  • Com a escassez dos recursos hídricos, por Giulio Boccaletti, físico;
  • Com a realidade aumentada, por William Poundstone, jornalista;
  • Que a nossa esperança de realizar viagens interestelares aumente, pois elas não vão acontecer, por Sherry Turkle, psicóloga do MIT;

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  • Que nos preocupamos demais, por Joel Gold, psiquiatra;
  • Com a morte da matemática, Keith Devlin, matemático;
  • Que a espécie humana perca a vontade de sobreviver, por Dave Winer;
  • Com a geografia pós-humana depois que os robôs assumam todos os nossos empregos, por David Dalrymple, cientista do MIT;

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  • Que os alienígenas ofereçam perigo à civilização humana, por Seth Shostak, astrônomo do SETI;
  • Que não seremos capazes de compreender tudo, por Clifford Pickover, matemático;
  • Que não seremos capazes de viver sem a internet, por Daniel C. Dennet, filósofo.
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