(Fonte da imagem: Reprodução/Exploring The Invisible)

O Artista Simon Park utiliza um método curioso para desenvolver as suas obras de arte. Em vez de aplicar tinta sobre tela ou esculpir imagens em pedras, ele trabalha com colônias de bactérias. Apesar de não controlar como as criaturas microscópicas vão se desenvolver, Park consegue direcionar a proliferação delas conforme deseja.

Para iniciar o trabalho, o artista começa separando algum tipo de alimento, que ao ficar em contato com o ar começa a ser contaminado por milhares de germes. Isso gera o mofo que conhecemos quando esquecemos algo fora da geladeira por muitos dias.

O resultado é um amontoado de bolor que forma curiosas formas que, segundo especialistas, é o resultado da guerra por alimento e oxigênio dos micro-organismos. Já a cor amarela vista nas imagens é proveniente da colônia de bactérias Physarum polycephalu.

Em seu site, Simon Park também demonstra que se preparou para o Natal. Como não poderia deixar de ser, a sua árvore bioluminescente é iluminada por bactérias da espécie Photobacterium phosphoreum. Esses seres microscópicos possuem propriedades fosforescentes em sua estrutura e fazem os enfeites brilharem no escuro.

Não deixe de acessar o blog do artista e conferir outras obras suas.