(Fonte da imagem: Reprodução/MSNBC)

O nosso Sol está passando por um período de alta atividade, e temos presenciado inúmeras erupções e tempestades solares que, inclusive, chegam a interferir nas comunicações e transmissões por rádio aqui na Terra.

Contudo, de acordo com o MSNBC, todas as erupções observadas até agora foram relativamente pequenas, pois estrelas semelhantes ao nosso Sol podem sofrer supererupções — 10 mil vezes mais poderosas do que as que vêm ocorrendo no momento, o que provocaria consequências catastróficas para a vida no nosso planeta.

Monitoramento solar

Inúmeras dessas supererupções já foram flagradas pela sonda espacial Kepler da NASA. A agência espacial norte-americana realizou o monitoramento de 83 mil dessas estrelas durante 120 dias, registrando 365 explosões gigantescas em 148 delas, com durações que variavam entre 1 e 12 horas.

Os astrônomos também observaram que as estrelas com padrão de rotação mais lento, como o do nosso Sol, parecem ser bem menos ativas. Elas apresentam menos manchas em suas superfícies — o que indica uma menor atividade magnética —, sofrendo menos erupções do que aquelas que giram mais rapidamente.

Fonte: MSNBC