(Fonte da imagem: Reprodução/NASA)

A sonda espacial Curiosity se encontra neste momento vasculhando Marte em busca de evidências que indiquem que um dia existiu água fluindo sobre — e sob — a superfície do Planeta Vermelho, o que também poderia apontar para a possibilidade de que formas de vida possam ter sobrevivido por lá no passado.

Assim, um dos vestígios que os pesquisadores estão especialmente interessados em estudar são as formações argilosas produzidas a partir do que eles acreditam ter sido um magma rico em água. Entretanto, de acordo com uma notícia publicada pelo site SLASH GEAR, um grupo de cientistas apresentou uma nova teoria que sugere que esse material teria sido quente demais para sustentar formas de vida microbiana.

Segundo os pesquisadores, a argila teria se formado depois do resfriamento do magma, que, então, marcaria temperaturas da ordem de 1.500 ºC. Tanto calor não seria compatível com um habitat adequado para o desenvolvimento de vida microbiana, contrastando com outras teorias de que a água presente em Marte teria interagido com outros materiais da superfície ou sido aquecida pelo núcleo do planeta para criar condições ideais para o surgimento de vida.

Fontes: SLASH GEAR, Nature e NASA