Como serão os edifícios no ano de 2050?
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Como serão os edifícios no ano de 2050?

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Os carros voadores que prevíamos para os anos 2000 nunca chegaram, mas isso não impede que possamos imaginar como seriam algumas peculiaridades de um futuro um pouco mais distante. Recentemente, a empresa de engenharia e design Arup gerou um relatório com descrições e detalhes de como seus profissionais imaginam os edifícios domiciliares do ano de 2050. E o projeto é muito interessante.

Fonte da imagem: Reprodução/ArupPara começar, o prédio teria o seu próprio serviço de energia, aproveitando a energia solar por meio de uma tinta especial aplicada à fachada e também fazendo um bom uso da energia eólica ao capturar os ventos fortes que passam pelos andares mais altos. Como se não bastasse, uma parte do edifício seria dedicada à produção de algas capazes de gerar biocombustíveis.

Fonte da imagem: Reprodução/ArupAlém disso, o edifício possuiria espaço para uma fazenda interna que serviria como ambiente de produção de gado, peixes e vegetais. Outra novidade seria uma “membrana” em um dos andares capaz de converter dióxido de carbono em oxigênio, assim como um sistema de resfriamento com ventilação natural. O condomínio também contaria com um centro de reciclagem de materiais.

Fonte da imagem: Reprodução/ArupMódulos reposicionáveis

No projeto, o prédio funciona como uma espécie de organismo vivo, ou seja, inúmeros sensores e materiais inteligentes seriam capazes de coletar dados e alimentar sistemas automatizados, possibilitando, inclusive, que esses dados fossem cruzados e decisões automáticas tomadas a partir deles.

Fonte da imagem: Reprodução/ArupAinda mais futurista é a estrutura como um todo. Por ser modular, ela pode ser reconfigurada de acordo com o desejo dos moradores, sendo que os andares são trocados com a ajuda de robôs voadores. Também há facilidades para meios de transportes para quem deseja entrar ou sair do complexo, como o compartilhamento de carros e bicicletas, além de um teleférico que parte de um dos andares do edifício.

Fonte da imagem: Reprodução/ArupCom tantos atrativos, só resta saber se o edifício poderia memso ser construído até o ano de 2050. Entretanto, é provável que mesmo os mais céticos acreditem que pelo menos parte dessas ideias possam ser aproveitadas em construções futuras. Mais informações sobre o projeto podem obtidas no site da Arup.

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