Veja como os arquitetos de 1988 imaginavam a cidade de Los Angeles de 2013
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Veja como os arquitetos de 1988 imaginavam a cidade de Los Angeles de 2013

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É sempre curioso ver como as pessoas do passado acreditavam que seriam as coisas no futuro, e um interessante artigo publicado pelo LA Times mostra como um grupo de arquitetos de 1988 acreditava que seria o cotidiano da cidade de Los Angeles em 2013. E olha que o futuro imaginado nem estava tão distante assim — apenas 25 anos adiante —, e diversas das tecnologias propostas na época acabaram se tornando realidade.

Entre as previsões que os arquitetos do passado acertaram sobre o futuro está a possibilidade de realizar teleconferências com o objetivo de evitar deslocamentos desnecessários, já que eles acreditavam que a quantidade de veículos em circulação na nossa era resultaria em engarrafamentos monstruosos e em uma enorme perda de tempo no trânsito. Outro acerto foi a existência de carros equipados com sistemas inteligentes de navegação e mapas.

Além disso, os filmes “on demand” também aparecem no artigo, embora fossem bem limitados em número e só pudessem ser contratados através de telefonemas à operadora de TV a cabo do futuro. Por outro lado, apesar dos acertos — inclusive os parciais —, algumas tecnologias que fazem parte das nossas rotinas hoje em dia não aparecem em nenhuma parte do artigo, como é o caso da computação nas nuvens.

Computação nas nuvens

Fonte da imagem: Reprodução/Los Angeles Times

Embora os arquitetos tenham imaginado sistemas revolucionários e engenhocas futuristas — como escolas com computadores embutidos nas mesas, academias automatizadas e residências com equipamentos e eletrodomésticos interligados —, todos os aparelhos dependeriam de dispositivos de armazenamento físico.

No entanto, os arquitetos também imaginaram outras coisas interessantes, como um substituto para a pasta de dentes na forma de um enxaguante bucal, a criação de um simpático robozinho responsável pelos afazeres domésticos, veículos modulares equipados com interiores superespaçosos e motores minúsculos e máquinas para a venda dos mais diversos produtos através de códigos de acesso.

O artigo — que se encontra em inglês e pode ser acessado através deste link — é um fascinante relato sobre como o futuro era imaginado há pouco mais de duas décadas, nos levando a refletir sobre o quanto já avançamos tecnologicamente e sobre quanto ainda podemos avançar.

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