Ampliar (Fonte da imagem: Repodução/DiscoverNews)
Há setenta e cinco anos, desaparecia a desbravadora expedicionária americana Amelia Earhart, em algum lugar do Oceano Pacífico, durante uma tentativa de realizar um voo ao redor do globo. No entanto, as buscas para tentar encontrar alguma coisa que levasse ao paradeiro da aviadora nunca pararam em definitivo. E o esforço pode ter valido a pena.

Durante o último mês, uma equipe reiniciou o processo de busca dos destroços da aeronave de Amelia, que acabou sem encontrar nada aparente. Porém, ao dar uma nova olhada nas imagens do assoalho submarino que foram capturadas, os expedicionários acreditam que podem ter encontrado alguma evidência concreta sobre o paradeiro da senhora Amelia Earhart.

Pesquisadores analisaram cuidadosamente as imediações da ilha de Nikumaroro, no arquipélago de Kiribati (bem no centro do Pacífico). Há tempos essa região é especulada por muitos entendidos do assunto como sendo o local mais provável onde a aviadora pode ter se acidentado. Os especialistas compararam as imagens em alta definição da região com fotos do avião de Amélia e acreditam que vários componentes da aeronave podem estar por lá.

(Fonte da imagem: Repodução/Google)

Agora, de acordo com o portal europeu JN, os investigadores vão recolher e analisar os detritos, para poder confirmar se os vestígios são autênticos. Até o momento, menos de 30% da informação recolhida no local foi analisada, devido às complicações técnicas que as expedições enfrentaram.

Amelia foi pioneira na aviação estadunidense, além de ter sido uma brava defensora dos direitos e da dignidade das mulheres. A valente moça também foi a primeira mulher a sobrevoar o Oceano Atlântico, até que em 1937 ela decidiu circundar o mundo seguindo a Linha do Equador. Se tudo correr bem, logo descobriremos exatamente onde ela caiu.

Fontes: Gizmodo, DiscoveryNews, JN