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De acordo com o Al Arabiya News, o parlamento egípcio deve votar sobre uma lei que permitirá que os maridos tenham relações sexuais com suas esposas até 6 horas após o seu falecimento. O projeto, introduzido por radicais islâmicos, surgiu em maio do ano passado, quando Zamzami Abdul Bari, um líder religioso, afirmou que o matrimônio continua válido mesmo após a morte.

Bari alega que as mulheres também podem ter relações sexuais com seus maridos falecidos — direitos iguais? —, mas a bizarra lei do “sexo de despedida” vem causando ultraje no país, obviamente.

Necrofilia conjugal

O NCW, Conselho Nacional para Mulheres, apelou ao Parlamento — de maioria islâmica — que não aprove o bizarro projeto sobre a necrofilia conjugal, que deve ser votado juntamente com outra lei também controversa, que legalizaria o casamento de meninas a partir da idade de 14 anos.

O apelo também inclui pedidos para que o parlamento evite qualquer legislação que prive as mulheres de ter acesso à educação e carreira profissional com base em interpretações religiosas.

Fonte: Al Arabiya News.