Assassino do John Lennon revela novos detalhes sobre a morte do cantor
1.004
Compartilhamentos

Assassino do John Lennon revela novos detalhes sobre a morte do cantor

Último Vídeo

Em 8 de dezembro de 1980, quando voltava para o seu apartamento, em frente ao Central Park, John Lennon foi parado por Mark David Chapman, que se dizia fã da banda. Mark então disparou cinco tiros, dos quais quatro atingiram John.

Mais de duas décadas depois do assassinato que chocou o mundo, Mark, agora com 61 anos, decidiu fazer novas revelações sobre o caso. Ele disse que no dia havia separado uma bala para si mesmo, mas que, após matar o vocalista dos Beatles, foi covarde demais para cometer suicídio.

Ele ainda afirmou que o crime foi motivado simplesmente pelo desejo de ser famoso e contou como tudo aconteceu no dia fatídico. Junto a outros fãs, ele foi até o prédio onde Lennon morava e pediu um autógrafo do artista na capa do álbum “Double Fantasy”.

Mark David Chapman

“Ele assinou atentamente e me perguntou se eu queria mais alguma coisa. Sua mulher o esperava na limusine e isso foi algo que me fez refletir sobre o quão decente ele estava sendo com um estranho”, disse.

Em seguida, Lennon foi até Yoko Ono e partiu.

Por volta das 22h50 , quando Lennon voltava para casa, Chapman disparou quatro vezes contra o cantor na frente de sua esposa. Ele permaneceu no local, segurando o livro “O Apanhador no Campo de Centeio” e esperando que a polícia chegasse.

“Essa é a verdadeira mente de um sociopata. Na última hora, eu fiz uma oração e disse a mim mesmo: ‘me ajude a virar esse jogo’. Eu não consegui”, contou durante uma audiência de condicional.

Ele continuou: “fora isso, não havia nenhum sentimento em relação ao seu filho, à esposa ou a ele próprio. Eu estava obcecado com uma coisa e, quem sabe, atirando, eu pudesse ser alguém”.

Durante a audiência, foi negada a liberdade condicional ao assassino devido à sua “busca pela atenção”.

Você sabia que o Megacurioso está no Instagram, Facebook e no Twitter? Siga-nos por lá.