Descubra quais são os 3 psicopatas mais realistas da ficção
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Descubra quais são os 3 psicopatas mais realistas da ficção

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Você gosta de assistir a filmes sobre psicopatas? Gosta de "O Silêncio dos Inocentes", "Psicose" e "Psicopata Americano"? Se você tivesse que determinar qual deles é o mais realista, saberia escolher?

Pois esta foi a ideia do professor de psiquiatria Samuel Leistedt: ele convidou dez amigos especialistas no tema e juntos eles assistiram a mais de 400 filmes durante três anos.

Hannibal Lecter

Confira a seleção:

3. Henry Lee Lucas, "Henry – Retrato de um Assassino"

Antes de ser o irmão problemático de Daryl, em Walking Dead, ou Yondu Udonta, em "Guardiões da Galáxia", o ator Michael Rooker deu vida ao assassino Henry Lee Lucas. A obra, que foi baseada em fatos, conta a história de um homem do Texas que confessou ter matado centenas de pessoas durante a década de 1990.

Leistedt destaca a incapacidade do personagem de planejar os crimes com antecedência, além da sua vida extremamente perturbada e dos relacionamentos fracassados.

Henry Lee Lucas

2. Hans Beckert, de "M – O vampiro de Düsseldorf"

Nesta obra alemã de 1931, o personagem de Peter Lorre é um psicopata obcecado por crianças que possui uma assinatura inconfundível: ele sempre assobia a mesma canção. Para Leistedt, ele é um homem atormentado por sua compulsão e que criou rituais que precisam ser seguidos durante os crimes — caso bem semelhante à realidade.  

Hans Beckert

1. Anton Chigurh, de "Onde os Fracos Não Têm Vez"

Segundo Leistedt, o personagem do ator Javier Bardem em "Onde os Fracos Não Têm Vez" é um psicopata clássico, que antes de um crime age com uma estranha sensação de normalidade e não estremece ao puxar o gatilho de uma pistola.

Leistedt o descreve como alguém invulnerável e resistente a qualquer tipo de emoção.

Anton Chigurh

Personagens icônicos, mas irreais

Apesar de o cinema ter ficado marcado por personagens como Patrick Bateman ("Psicopata Americano"), Gordon Gekko ("Wall Street – Poder e Cobiça"), Norman Bates ("Psicose") e Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes"), Leistedt e sua equipe acreditam que os seus traços de personalidade não batem com os de um verdadeiro psicopata. Norman Bates, por exemplo, é muito delirante, sempre à mercê de suas fantasias.

A conclusão da equipe é de que, apesar de o cinema investir em grandes obras sobre psicopatia, os personagens continuam muito fictícios, assemelhando-se aos arquétipos já conhecidos de vilões. 

*Publicado em 26/07/2016

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