(Fonte da imagem: Reprodução/Science Daily)

De acordo com uma notícia publicada pelo site Science Daily, um grupo de astrônomos decidiu realizar simulações nas quais pulverizam a Terra para tentar entender o comportamento e a composição de alguns exoplanetas.

Diversos desses astros têm sido encontrados recentemente, mas existe apenas uma determinada quantidade de informações que os astrônomos conseguem estimar através de observações realizadas aqui da Terra. Assim, quando os cientistas conseguem presenciar algum evento relacionado a esses planetas — como quando são vaporizados por suas estrelas, por exemplo —, eles podem estudar a composição de suas atmosferas.

Simulações apocalípticas

Entretanto, determinar a composição dessas superfícies é um problema muito mais complicado, e é por isso que os astrônomos decidiram pulverizar a Terra. Assim, simulando o que aconteceria com o nosso planeta caso ele se encontrasse tão próximo do Sol quanto esses planetas estão de suas estrelas, os cientistas podem ter uma ideia da composição de suas superfícies.

Em uma dessas simulações, por exemplo, os pesquisadores utilizaram uma versão mais primitiva do nosso planeta, com uma atmosfera rica em metano e amônia. E, ao adicionar energia ao sistema, eles observaram a formação de aminoácidos — o material que compõe o DNA —, ou seja, a formação de vida extraterrestre — em uma simulação, pelo menos!

Dessa forma, para conseguir saber mais sobre os exoplanetas, os astrônomos estão pulverizando a Terra de várias maneiras diferentes, além de criar vida extraterrestre entre uma destruição e outra. Senhores malignos do universo e criadores da vida... Quem disse que a ciência também não pode ser divertida?

Fonte: Science Daily