7 coisas que você não fazia ideia de que afundaram com o Titanic
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7 coisas que você não fazia ideia de que afundaram com o Titanic

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1. Banho elétrico

Os banhos elétricos eram febre no início dos anos 1900 e consistiam de cabines em que as pessoas eram bombardeadas por raios UV. O Titanic não ficou de fora da tendência e trazia uma máquina para isso, com o custo de US$ 1. As mulheres podiam usar a geringonça de manhã, e os homens tinham o período da tarde para isso.

2. Ópio

Em 1912, o ópio já era proibido nos Estados Unidos, mas, mesmo assim, ao menos quatro pessoas o utilizaram a bordo do navio. Essa droga era altamente viciante, mas podia ser usada em alguns medicamentos, que obrigatoriamente precisavam informar isso no rótulo.

3. Uma pintura milionária

Pintado em 1814 por Merry-Joseph Blondel, o “La Circassienne au Bain” foi um quadro valiosíssimo que afundou junto com o Titanic. O empresário sueco Mauritz Håkan Björnström-Steffansson sobreviveu à tragédia e depois acionou o seguro pela perda: ele quis US$ 100 mil, na época, o equivalente a US$ 2,4 milhões nos dias de hoje.

4. Máquina de marmelada

Outro item que teve pedido de seguro acionado foi uma máquina de marmelada! Edwina Celia Troutt sobreviveu à tragédia, mas deixou seu utensílio para trás. Essas máquinas fazia um corte perfeito na fruta, para retirar a casca e preparar o doce.

5. Uma gatinha chamada Jenny

Era comum, nessa época, os navios carregarem gatos para combater infestações de ratos. Com o Titanic não poderia ser diferente: o transatlântico levava a Jenny, uma bela gatinha que também sumiu na tragédia. A foto abaixo não é dela, mas sim de outro felino em um navio.

6. Cavalo elétrico

Claro que o Titanic continha uma academia a bordo, mas o que chama a atenção é um dos equipamentos: um cavalo elétrico. Essa máquina simulava o trote de um cavalo real, mas será que adiantava para modelar o corpo ou para divertir a galera?

7. Um manuscrito de Joseph Conrad

Cerca de 7 milhões de cartas estavam a bordo do Titanic, entre elas o manuscrito original de “Karain”, de Joseph Conrad, escrito em 1897. O trabalho continha anotações de Conrad e estava sendo enviado ao advogado John Quinn, de Nova Yok, que colecionava manuscritos de obras literárias. 

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