Pesquisadora de felicidade diz que conselhos ela dá à filha sobre o assunto

Pesquisadora de felicidade diz que conselhos ela dá à filha sobre o assunto

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Gretchen Rubin é conhecida por pesquisar e escrever sobre felicidade. Depois de anos de dedicação ao assunto, ela chegou a conclusões interessantes sobre o tema e elencou uma série de conselhos que dá à sua filha adolescente. Lendo-os com atenção, percebemos que eles podem servir para qualquer pessoa – confira a seguir:

1 – Conheça-se melhor

Rubin explica que uma das coisas que mais percebeu ao estudar felicidade foi que não existe uma fórmula mágica para se considerar uma pessoa feliz, mas que se conhecer é o primeiro grande passo para isso. Analise sua personalidade, seu temperamento, seus valores, seus interesses e busque construir uma vida que funcione dentro do que você quer e do que gosta.

2 – Não tome decisões importantes só para “seguir a correnteza”

Você não precisa se casar só porque muitos dos seus amigos estão se casando. Você não precisa seguir a mesma profissão dos seus pais nem deve seguir determinados caminhos apenas porque parecem mais fáceis.

“Você pode escolher o que faz, mas não pode escolher o que gosta de fazer”, disse a pesquisadora, que nos lembra da importância de construirmos uma vida com nossa própria identidade, e não pensando em receber a aprovação de outras pessoas.

3 – Não busque perfeição

Buscar a perfeição é exaustivo, afinal ela não existe e faz com que não valorizemos as coisas menores, mas nem por isso sem importância. Caminhar meia hora por dia, por exemplo, é melhor do que se martirizar por não conseguir correr. Buscar ver as coisas por perspectivas diferentes é um ótimo negócio.

4 – Escreva e reescreva seus mandamentos pessoais

Não se trata de escrever metas como “dormir pelo menos 6 horas por dia”, mas sim de registrar os princípios fundamentais pelos quais você fundamenta a sua vida.

Escreva-os de maneira sucinta, para que fiquem claros em sua mente, e tenha a liberdade de alterá-los quando achar que deve. A autora compartilhou seus mandamentos pessoais e, entre eles estão “faça isso agora”, “seja você mesma”, “identifique o problema”, “aproveite o processo” e “seja educada e justa”. Quais seriam os seus?

5 – Identifique o problema

Não é fácil nem óbvio saber qual é o problema que está causando algum tipo de angústia na sua vida. A dica nesse sentido é se perguntar: “O que está me incomodando? Por que algo não está funcionando? Qual é o problema aqui?”.

6 – Cuide do seu corpo

Não tem como nem por que fugir: manter uma rotina de exercícios físicos é algo que faz bem ao corpo e à mente e é também um item frequentemente citado por pessoas bem-sucedidas e criativas. Da mesma maneira, é fundamental dormir bem e por tempo suficiente, até mesmo porque é difícil se sentir feliz se você está exausto e sem energia.

7 – Desapegue da palavra “motivação”

Rubin explica que não gosta dessa palavra por ela ser utilizada em momentos como “estou motivado a fazer dieta” ou “quando chego à academia, me sinto motivado a fazer exercícios”. Rubin explica que, na verdade, as pessoas não se motivam como acham.

É comum que as pessoas se digam motivadas a alcançar determinado objetivo, mas que, na prática, não façam nada para que o tal objetivo seja de fato alcançado. Então, em vez de se dizer motivado, tome medidas concretas, práticas e realistas para chegar ao seu objetivo. No lugar de dizer que está motivado a perder peso, por exemplo, comece a mudar hábitos: deixe de lado os petiscos, diminua o consumo de açúcar, evite fast-food.

O ideal é criar bons hábitos porque para manter um hábito não é preciso motivação, mas sim disciplina.

8 – Gaste tempo e energia para fortalecer seus relacionamentos

Seres humanos precisam de vínculos fortes e duradouros com outras pessoas, pois isso nos faz ter a sensação de que pertencemos a determinado lugar. Relacionamentos fortes nos ensinam a confiar e a ajudar, dar suporte aos outros, quando eles precisam.

Por isso, socialize! Lembre-se dos aniversários, mantenha contato, demonstre interesse pelas histórias que as pessoas contam a você, participe de grupos de estudo, faça amizade com os amigos dos seus amigos, marque encontros. Interaja!

9 – Quem você inveja?

A inveja é um sentimento humano perigoso e que, quase sempre, não admitimos ter. O fato é que mesmo as emoções negativas têm um papel importante na formação de uma vida feliz – eles são uma forma de você perceber que aspectos precisam ser melhorados.

Quando invejamos alguém, significa que essa pessoa tem algo que nós gostaríamos de ter e é bom saber disso, para que você possa lutar para conseguir o que quer.

10 – Errar é absolutamente normal

Se você não erra e não falha de vez em quando, significa que está tentando pouco.

11 – Colecione as coisas que você aprendeu com o tempo

A vida é um grande aprendizado e há muita coisa que vamos descobrindo com o passar dos anos. Anote essas coisas e as leia com frequência – elas são uma forma de você reconhecer sua sabedoria própria.

Rubin citou alguns exemplos:

  • A ordem externa contribui para a calma interior;
  • Trabalhar é uma das formas mais perigosas de procrastinação;
  • Autoestima não é egoísmo;
  • A maioria das decisões não requer grandes pesquisas;
  • As coisas muitas vezes ficam mais difíceis antes de serem fáceis;
  • É mais fácil se manter focado do que recuperar o atraso;
  • Sabão e água eliminam a maioria das manchas;
  • Não podemos fazer com que as outras pessoas mudem e, quando mudamos, a relação muda;
  • Não fique sem reservas: coma quando estiver com fome, abasteça seu carro e tenha sempre algum dinheiro na carteira.

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E aí, você não acha que esses conselhos são realmente valiosos e valem a pena serem seguidos? Conte para a gente!

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