Você sabe como as bailarinas rodopiam tanto sem cair? A ciência explica!
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Você sabe como as bailarinas rodopiam tanto sem cair? A ciência explica!

Além de uma consciência corporal inigualável, as bailarinas são donas de um equilíbrio de dar inveja. E tudo indica que a ciência descobriu o segredo para que as dançarinas consigam executar seus rodopios sem que a tontura atrapalhe a sequência de movimentos.

Um estudo divulgado recentemente no jornal britânico The Daily Mail revelou diferenças em algumas estruturas do cérebro que impedem que as bailarinas sintam tontura durante seus giros. Isso significa que os anos de treinamento fazem com que as dançarinas suprimam alguns sinais dos órgãos responsáveis pelo equilíbrio, o que evita que elas caiam com facilmente.

Entendendo o corpo humano

Normalmente, a tontura – que é a sensação de que estamos nos movendo quando, na verdade, estamos parados – vem do sistema vestibular que fica na parte interna do ouvido. Os pequenos órgãos que formam esse sistema sentem os movimentos da cabeça a partir da passagem de um líquido que se move dentro dos canais.

Fonte da imagem: Reprodução/Monday Morning Memo

Sabe-se que as bailarinas são capazes de girar o corpo sentindo pouca ou nenhuma tontura causada pelo movimento acelerado. Curiosamente, elas possuem técnicas que favorecem o equilíbrio, mas os cientistas realizaram testes que levam a crer que o segredo está no cérebro.

A análise de imagens cerebrais revelaram diferenças em uma determinada área do cerebelo e no córtex cerebral, sendo que essa parte do cerebelo é onde as sensações dos órgãos vestibulares são sentidas e o córtex é o responsável pela percepção da tontura. Notou-se que o cerebelo das bailarinas é menor e menos desenvolvido do que o de outras mulheres que participaram da pesquisa.

“Com os anos de treinamento, o cérebro se adapta para suprimir os sinais. Consequentemente, o sinal enviado para as áreas responsáveis pela tontura é reduzido, fazendo com que as bailarinas sejam resistentes à tontura”, explica o Dr. Barry Seemungal, do Departamento de Medicina da Imperial College London.

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