(Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia)

De acordo com uma notícia publicada pelo site Live Science, um grupo de cientistas da Universidade Autônoma de Barcelona, na Espanha, apresentou um novo estudo sugerindo que os dinossauros podem, na verdade, ter sido animais de sangue quente, como os mamíferos.

Os pesquisadores focaram a sua pesquisa nas linhas de crescimento presentes nos ossos desses animais para determinar o seu ritmo de desenvolvimento. Tais linhas são semelhantes às que vemos nas árvores, por exemplo. Assim, linhas mais finas e escuras representam um crescimento mais lento do que as linhas mais claras e largas.

Quente ou frio?

Até onde se sabia, somente os ossos de animais de sangue frio apresentavam tais linhas, devido ao seu crescimento intermitente, ao contrário dos animais de sangue quente, que apresentam um crescimento mais contínuo.

Entretanto, depois de analisar os ossos de um grupo de ruminantes selvagens (animais de sangue quente), os pesquisadores também encontraram as tais linhas que, ademais, eram muito semelhantes às encontradas nos ossos dos dinossauros.

De acordo com os pesquisadores, essa incrível similaridade pode indicar que os dinossauros deviam apresentar um ritmo de crescimento bastante rápido, o que implicaria na necessidade desses animais comerem muito para manter a temperatura interna. Essa característica, também, apontaria para a possibilidade de que fossem criaturas de sangue quente.

Fonte: Live Science