10 soluções bizarras para resolver problemas sérios
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10 soluções bizarras para resolver problemas sérios

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O mundo dos negócios está repleto de pessoas que podem oferecer soluções inovadoras para problemas sérios. Às vezes, essas ideias “inovadoras” realmente funcionam. Mas, frequentemente, elas não passam de ideias loucas.

1. A Austrália está preocupada com as alterações climáticas

Solução bizarra: Matar 1 milhão de camelos

A mudança do clima é um dos maiores problemas atuais. Muitas pessoas estão justamente preocupadas com o fato de não poder reduzir o consumo de carbono rápido o suficiente para impedir um apocalipse climático. Mas enquanto a maioria dos cientistas estão falando sobre o uso da tecnologia para nos salvar, a Austrália apresentou uma solução melhor. O governo quer atirar em 1 milhão de camelos de dentro de um helicóptero.

É um aspecto raramente discutido sobre a mudança climática, mas grande parte dela é causada por grandes mamíferos soltando gases. Não, estamos brincando, isso é sério: cada camelo na Terra libera cerca de 45 kg por litro de metano por ano, o equivalente a cerca de 1.133 kg por litro de dióxido de carbono em termos de danos à atmosfera. 

2. Fome na Coreia do Norte

Solução: Abrir lojas que vendem fezes humanas

A Coreia do Norte é um dos lugares mais perversos e desolados da Terra. Desde a década de 90, grande parte da população sempre esteve à beira da fome. Aqueles que tiveram a sorte de possuir um pedaço de terra aprenderam a cultivar seus próprios vegetais para não morrer de inanição. Mas, há um problema: o fertilizante é algo extremamente difícil de se encontrar no país. A solução que alguns moradores encontraram foi abrir lojas que vendem fezes humanas.

Infelizmente, com a dieta norte-coreana, é impossível gerar fezes suficientes. Existem lojas do ramo que pagam para as pessoas produzirem fezes para eles! Parece bizarro, mas esse é o jeito. 

3. As mulheres japonesas estão estressadas no trabalho

Solução: Contratar belos rapazes para secar suas lágrimas

A sociedade conservadora do Japão não é exatamente amigável com o público feminino. Embora as mulheres sejam respeitadas em público, ainda se esperam que elas fiquem em casa cuidando dos filhos e mal vendo seus amigos. No local de trabalho, as coisas são ainda piores.

Como resultado, o número crescente de mulheres jovens determinadas a terem uma carreira estão encontrando um ambiente de trabalho masculino superestressante. O governo japonês inclusive considera isso um “problema nacional”. 

No ano de 2015, uma empresa apresentou uma solução bizarramente sexista. As mulheres dedicadas à carreira agora podem contratar belos rapazes para virem até suas casas depois do trabalho com uma caixa de lenços para secar com cuidado suas lágrimas.

4. Baixa taxa de natalidade na Rússia

Solução: Um dia nacional do sexo e prêmios especiais para as mulheres que engravidarem

A taxa de natalidade da Rússia é perigosamente baixa. Isso não é uma hipérbole: se os russos não começarem se preocupar, em breve, a economia de seu país vai implodir por haver muitas pessoas idosas. Desde 2006, o Kremlin tem feito muitas coisas malucas para enfrentar a crise, incluindo a organização de um show de hip-hop com o grupo Boyz II Men e Putin no palco. Mas o mais louco de tudo isso foi a criação do Dia Nacional da Concepção.

No dia 12 de setembro, os casais recebem um dia de folga para o propósito expresso de irem para casa para se reproduzirem. Qualquer mulher que conseguir dar à luz exatamente 9 meses depois ganha um prêmio. Os anteriores incluíam Jipes 4×4, um apartamento e uma geladeira. 

5. O colégio eleitoral dos EUA não faz sentido

Solução: Mantenha o colégio e crie 50 novos estados

A política dos EUA é claramente louca. Qualquer pessoa que discorde só precisa olhar para o colégio eleitoral do país. Graças à forma como a população está espalhada, alguns estados exercem uma influência desproporcional.

Por exemplo, o estado mais populoso tem 66 vezes a população do menor, mas só recebe 18 vezes mais votos. Isso é evidentemente injusto, e as pessoas têm falado em mudar isso há décadas. Em 2013, o matemático Neil Freeman apresentou uma solução prática e completamente louca. Ele propôs desfazer os atuais 50 estados e substituí-los por 50 novos que possuam o mesmo número de pessoas, ou seja, uma população de 6,175 milhões de pessoas para cada estado.

É improvável que isso aconteça um dia, mas não deixa de ser uma solução, mesmo que bizarra, para o problema. 

6. Cidades dinamarquesas estão fechando escolas que são pouco frequentadas

Solução: Criar um acordo com o governo para fazer o máximo de filhos possíveis

A população infantil na Dinamarca começou a reduzir tanto que o governo decidiu simplesmente fechar escolas locais para poupar algum dinheiro. Na maioria dos casos, tudo o que se pode fazer é reclamar. Mas os cidadãos da cidade de Thisted apresentaram um plano diferente. Eles chegaram a um acordo com o governo local para terem mais filhos o mais rápido possível, a fim de recuperar novamente a demanda dos serviços escolares.

O jornal britânico The Guardian informou que os jovens casais da cidade tinham cerca de 5 anos para conseguir o maior número possível de filhos. Se houvesse o suficiente, o governo manteria as escolas abertas e talvez até abrisse novos serviços. 

7. Alta taxa de suicídio na Coreia do Sul

Solução: Fazer funerais de mentira em massa para pessoas que ainda estão vivas

Em 2015, algumas empresas da Coreia do Sul decidiram fazer algo sobre a taxa de mortalidade entre os seus empregados, organizando funerais em massa. Isso mesmo! Os trabalhadores ficavam enterrados vivos dentro de caixões e forçados a ouvir discursos sobre sua morte prematura, durante uma tarde inteira.

De acordo com alguns, parece ter funcionado. O jornal britânico The Guardian citou um cara que disse que a experiência de se fingir de morto em um caixão fez com que ele percebesse que precisava ficar mais tempo com sua família. 

8. Os terroristas podem usar drones para atacar cidades

Solução: Criar uma força-tarefa de águias para combatê-los no ar

Essa solução não parece ser tão louca, pois é simplesmente impressionante. Os drones se tornaram uma grande preocupação para alguns países. Não só pelo medo de que eles possam colidir e derrubar aviões, mas também pelo fato de que os terroristas podem usá-los para lançar ataques remotos nas principais cidades do mundo.

A polícia holandesa e a Polícia Metropolitana de Londres (MET) têm uma solução que parece ser incrível. Elas querem treinar uma corporação de elite de águias para patrulhar os céus e derrubar os drones não autorizados.

Por mais louco que pareça, o plano já ganhou alguma popularidade. Os cientistas holandeses provaram que uma águia pode facilmente destruir um drone sem se machucar. 

9. Togo possui uma ditadura repressiva

Solução: Greve de sexo

Togo é um pequeno país do continente africano, onde os direitos humanos são ilusórios. Governado por um pai e filho ditadores por 48 anos, o seu compromisso com a democracia é inexistente. Ao invés de começarem uma revolução, as mulheres togolesas recentemente apresentaram o que poderia vir a ser uma solução para essa ditadura. Elas decidiram parar de fazer sexo até que seus esposos ajam em conjunto para substituir o governo.

A greve de sexo pediu a substituição do presidente e tentou aproveitar a natureza dos homens e a presumida falta de acesso à pornografia no país para efetuar mudanças democráticas. Um caso parecido aconteceu na cidade de Pereira, na Colômbia; as mulheres organizaram uma greve de sexo em 2006 para diminuir os assassinatos na região. Resultado: a taxa de homicídio caiu imediatamente em 26,5%.

No que diz respeito a Togo, os resultados podem não ter sido os mesmos que na cidade de Pereira. Afinal, o mesmo presidente ainda continua no poder após as eleições de 2015. Por outro lado, a União Europeia e a União Africana alegaram que a eleição foi a mais aberta e transparente de sua história. Uma vitória para os togoleses, talvez? 

10. A família real britânica é supostamente cruel com os animais

Solução: Protestar contra essa crueldade comendo um cachorro

A caça à raposa é um dos esportes favoritos da classe alta da Grã-Bretanha. Embora a caça com cães seja ilegal desde 2004, o esporte em si continua popular. Há frequentes acusações de crueldade contra os participantes, às vezes graves, às vezes falsas. Uma dessas surgiu em 2007, quando o príncipe Phillip teria matado uma raposa.

O príncipe acabou sendo inocentado de qualquer irregularidade, mas isso não bastou para os ativistas dos direitos dos animais e também para o artista de performance Mark McGowan. Revoltado pela crueldade no tratamento da família real em relação aos animais, ele decidiu protestar cozinhando e comendo um cão da raça Corgi.

A raça Corgi é a raça de cachorro favorita da Rainha. McGowan, evidentemente, queria mostrar à realeza como se sentiu ao ver seu animal favorito sendo inutilmente caçado e morto. E o que já era de se esperar, o público decidiu ignorá-lo por ele ter feito isso.

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