Mais 4 figuras históricas que tocaram o terror no passado
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Mais 4 figuras históricas que tocaram o terror no passado

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Nós aqui do Mega Curioso já falamos por aqui a respeito de algumas figuras históricas pra lá de sanguinárias que tocaram o terror no passado, mas decidimos complementar o time maligno com outros quatro personagens. Confira:

1 – Atila, o Huno

O que esperar de alguém conhecido pelos apelidos carinhosos de “Flagelo ou Praga de Deus”? Esse foi Atila, o último monarca huno, o líder que reinou entre os anos de 434 e 453, por pouco não tomou Roma, e estabeleceu o maior império de seu tempo. Ninguém sabe exatamente de onde os hunos vieram — possivelmente da Mongólia —, mas, segundo os registros históricos, esses caras tocaram o terror na Ásia e na Europa.

Alguém apelidado de Flagelo de Deus não podia ser boa coisa, né?

Dizem que Atila era incrivelmente cruel e desumano, e seus exércitos teriam assassinado centenas de milhares de pessoas durante suas invasões. Seu nome acabou se tornando sinônimo de destruição e pilhagem, especialmente na Europa Ocidental, e uma lenda famosa associada a Atila também envolve outro personagem ilustre: Santa Úrsula.

Segundo a história, Úrsula, depois de se converter ao cristianismo, prometeu que permaneceria virgem até a morte. Só que Atila se apaixonou pela moça assim que pôs os olhos sobre ela, mas, como ela não deu muita bola para o bárbaro, ele, contrariado, martirizou não só a jovem, mas também outras 11 mil donzelas.

2 – Herodes

Como você deve saber, existem dois Herodes famosos — e cruéis — na História: o Grande, responsável pelo episódio bíblico conhecido como “Massacre dos Inocentes”, o infanticídio relatado no Evangelho de Mateus, e o Agripa, que era filho do anterior e foi quem mandou degolar João Batista, primo de Jesus.

O cara era do mal!

Herodes Agripa foi, sem dúvida, um cara mau. Mas Herodes, o Grande, seu pai, foi muito pior. O Massacre dos Inocentes, como você deve saber, se refere àquele episódio no qual Herodes teria mandado matar os meninos de Belém com até 2 anos de idade — e mais de 10 mil crianças teriam sido mortas.

Na realidade, não existem referências históricas (além da Bíblia) sobre a matança, e muitos estudiosos acreditam que, caso o massacre realmente tenha acontecido mesmo, o número de mortos não teria passado de alguns poucos garotos. Não importa! O cara tinha que ser muito mau para fazer se envolver em uma coisa dessas!

Por outro lado, descontando o episódio do massacre, Herodes foi responsável pela morte de milhares de pessoas durante seu reinado e mandou assassinar todos os rivais e inimigos que pôde — incluindo na lista um sumo sacerdote e uma porção de rabinos, sua sogra, seu cunhado, um tio, sua primeira esposa e três de seus filhos!

3 – Tamerlão

Tamerlão, caso você nunca tenha ouvido falar sobre esse cara, foi um nômade da estepe asiática que entrou para a História como o último dos grandes conquistadores turco-mongóis. Ele foi responsável por dominar territórios da Europa Ocidental, Central e do sul da Ásia durante o século 14 — e pela morte de um número estimado entre 15 e 20 milhões de pessoas.

Sanguinário é pouco!

Só durante a conquista da Índia, mais de 200 mil pessoas — entre civis e militares — perderam suas vidas, e dizem que Tamerlão obrigava os inimigos dos territórios derrotados a saltar para a morte do alto de penhascos. O conquistador também curtia assistir a seus rivais serem decapitados e tinha o costume de mandar queimar ou enterrar vivos seus adversários. Como se fosse pouco, um de seus passatempos favoritos era apreciar torres feitas com os crânios de suas vítimas.

4 – Wu Zetian

Nossa lista de líderes sanguinários não seria completa se não tivéssemos pelo menos uma mulher perversa, você não acha? Wu Zetian governou a China do ano de 690 até 705 e foi a única mulher na história do país a se tornar imperatriz. Ela, na verdade, era uma das concubinas do Imperador Gaozong e assumiu o trono após a morte dele e de se livrar de suas rivais. Mas isso não foi a única coisa que a tornou famosa!

A mulher era uma sádica

Wu também ficou conhecida por sua extrema crueldade e completa falta de piedade. Segundo dizem, ela costumava ordenar torturas e execuções a torto e a direito, e era comum que seus desafetos fossem envenenados, queimados ou fervidos vivos. Em dias melhores, os castigos consistiam em mutilações e amputações — e foram muitas as pessoas que tiveram nariz, orelhas ou pés decepados a mando da sádica imperatriz.

Ademais, de acordo com as lendas, Wu teria arranjado o envenenamento de seu marido, mandado executar vários de seus sobrinhos — incluindo uma sobrinha — e sua filhinha recém-nascida, obrigado seus filhos ao exílio e forçado um deles a cometer suicídio. Toda uma figura materna!

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