
Estilo de vida
23/08/2011 às 11:00•1 min de leitura
Fonte: ReproduçãoNa semana de aniversário da estilista que foi um dos maiores ícones da moda mundial, correram o mundo as especulações contidas na biografia que o escritor Hal Vaughan produziu sobre Coco Chanel as quais supunham que ela havia sido uma espiã nazista.
O fato causou polêmica, não somente no mundo fashion, mas entre as comunidades religiosas por toda a parte.
A fim de sanar dúvidas e esclarecer de vez os fatos, a Maison divulgou um comunicado para a imprensa em que apresenta a forma com a qual a Chanel vê as informações declaradas na biografia.
As informações já haviam sido transmitidas na notícia da Reuters que você conferiu no TodaEla na semana passada. No entanto, a Maison achou necessário reforçar os esclarecimentos.
Seguem abaixo, dois pontos principais que a Maison deseja justificar:
Sabemos que: é fato que ela teve um relacionamento durante a guerra com um aristocrata alemão que conheceu em Paris em 1930. O momento deste romance foi infeliz, mesmo sendo a mãe do Barão Von Dickinlage de origem inglesa e a relação dos dois tenha começado antes da guerra.
Sabemos também que ela e Churchill eram amigos íntimos de longa data. Ela, aparentemente, se aproximou dele para atuar como intermediária entre os aliados e os alemães para um acordo de paz conhecido como Operação Modelhut. Ninguém sabe ao certo o que aconteceu ou qual era o seu papel. Existem várias versões diferentes e continuará um mistério.
Tais insinuações não podem passar em branco. Ela dificilmente teria formado um relacionamento com a família dos proprietários ou tido judeus entre seus amigos e parceiros profissionais, tais como a família Rothschild, o fotógrafo Irving Penn ou o conhecido escritor francês Joseph Kessel se realmente fosse essa a sua opinião. É improvável.
Entre os mais de 57 livros escritos sobre a vida de Gabrielle Chanel, a masion recomenda como mais precisos: ”Coco Chanel, The Legend and the Life”, de Justine Picardie; e ”Chanel, sa vie”, Steidl.