3 provas de amor que ficaram marcadas na História
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3 provas de amor que ficaram marcadas na História

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Ah... O amor! Vamos combinar: histórias de amor merecem ser contadas. E o mais interessante é que algumas chegam a ficar gravadas na História, pois são capazes de influenciar o curso de vários acontecimentos pra lá de relevantes, inclusive a estrutura de uma monarquia, por exemplo. O pessoal do portal Smithsonian reuniu a história de alguns desses casais apaixonados, e nós selecionamos 3 para mostrar aqui no Mega Curioso. Confira!

1 - Eva e Juan Perón

Eva conheceu Juan Perón em 1944, quando ele era vice-presidente da Argentina e ministro do Trabalho e da Guerra. No ano seguinte, ele foi preso por militares nada satisfeitos com sua política voltada aos trabalhadores. Por conta disso, Eva organizou comícios populares que acabaram forçando as autoridades a libertá-lo. Eles se casaram em 22 de outubro de 1945 e Juan Perón se tornou presidente em 1946.

Eva teve papel superimportante para o governo, pois seu carisma conquistou a população e garantiu apoio a Perón. Infelizmente, alguns anos depois, Eva foi diagnosticada com câncer, condição que a deixou bastante debilitada. Mesmo assim, em 17 de outubro de 1951, em meio a manifestações contra o governo, a primeira-dama decidiu aparecer na sacada da Casa Rosada. Ela estava tão fraca na ocasião, que o marido precisou segurá-la pela cintura. Perón deu à esposa uma medalha, disse que ela seria lembrada como uma das maiores mulheres da História e pediu que a multidão fizesse silêncio para ouvi-la.

“A Perón... Nunca quitarei minha dívida, não até dar a minha vida em gratidão pela bondade com que ele sempre me tratou. Nada do que tenho, nada do que sou, nada do que penso é meu; é de Perón.” Ela ainda implorou que a população fosse leal a ele na ausência dela.

Ela morreu em 1952, aos 33 anos, e Perón não conseguiu mais se manter no poder.

Eva e Juan Perón na sacada da Casa Rosada

2 - Joe DiMaggio e Marilyn Monroe

O casamento do jogador norte-americano de beisebol Joe DiMaggio e de Marilyn Monroe durou apenas 9 meses; mas, depois da morte da atriz, em 1962, devido à overdose de remédios, ele enviou meia dúzia de rosas ao túmulo dela várias vezes por semana, durante décadas.

Um livro chamado “DiMaggio, Setting the Record Straight” (em tradução livre “DiMaggio, Ajustando os Registros”), publicado em 2003 por Morris Engelberg, advogado e amigo de DiMaggio nos últimos anos de sua vida, revela que Marilyn foi o grande amor da vida do atleta, aquele que mexeu com ele no fundo de sua alma. O jogador, que morreu em 1999, aos 84 anos, nunca mais falou em público sobre Marilyn, mas as últimas palavras que proferiu antes de morrer, segundo o livro, revelaram seu amor pela atriz: “Finalmente vou poder ver Marilyn”.

Rosas e mais rosas foram enviadas por DiMaggio ao túmulo de Marilyn

3 - Victoria e Albert

A Rainha Victoria se casou em 1840 com seu primo Albert. Certa vez, ela chegou a escrever a seu tio: “Ele tem todas as qualidades para me fazer perfeitamente feliz”. Além de marido dedicado e pai de seus nove filhos, Albert atuou como um de seus principais consultores políticos, e Victoria confiava totalmente no companheiro.

Quando ele morreu, em decorrência de febre tifoide, em 1861, a rainha ficou arrasada. Então, decidiu construir um grande mausoléu para ele e manter um dos cômodos do Palácio de Windsor como um santuário, incluindo roupas e água fresca. Ela passou a viajar com um retrato gigante dele e colocou uma versão menor ao lado da cama, de modo que ela pudesse vê-lo assim que acordasse.

Victoria, em luto eterno, vestiu roupas pretas diariamente até morrer, em 1901.

Victoria e Albert em 1861, poucos meses antes da morte do príncipe-consorte

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