5 erros estúpidos cometidos por assassinos
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5 erros estúpidos cometidos por assassinos

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Qualquer um que decida perpetrar um crime deve ter em mente que qualquer erro, qualquer fiozinho solto, pode revelar sua ligação com o delito. Pois os assassinos que você vai conhecer a seguir — cujas histórias foram reunidas pelo pessoal do site ListVerse — não foram lá muito cuidadosos, cometendo gafes que, por sorte, levaram às suas prisões. Confira:

1 – Ser exibicionista

O autor do assassinato que vamos descrever quase escapou ileso! Em 1976, David Harris — que na época tinha 16 anos — foi parado pelo policial Robert Wood por estar circulando com os faróis do carro apagados. O oficial nem desconfiava que o veículo era roubado, mas Harris o matou mesmo assim. E o garoto não só escapou da cena do crime, como começou a se exibir para os amigos, e inclusive mostrava a arma usada para todo mundo.

O exibido acabou sendo preso, mas mudou sua história e acusou outra pessoa em seu lugar, um homem chamado Randall Adams. Surpreendentemente, embora Harris tivesse confessado o crime inúmeras vezes, ele era jovem demais para ser executado, e as autoridades — que precisavam condenar alguém — acabaram sentenciando Adams à pena de morte.

E se não fosse pelo documentário “A Tênue Linha da Morte” lançado em 1988, retratado acima — e por outro assassinato cometido por Harris —, Adams teria sido condenado por um crime que não cometeu. Ainda assim, o coitado passou mais de 12 anos atrás das grades antes de ser finalmente libertado. Harris, por outro lado, foi executado por meio de injeção letal em 1985.

2 – Confessar o crime na TV

A última coisa que você esperaria de um assassino é que ele confessasse o crime na TV, não é mesmo? Contudo, isso foi o que Michael Alig fez após matar Andre “Angel” Melendez — um traficante conhecido por circular em Nova York usando asas de anjo — em 1996. Alig contou com a ajuda de Robert Riggs para dar fim em Melendez, que foi estrangulado, espancado e ainda teve um produto tóxico para desentupir pias forçado garganta abaixo.

O corpo foi jogado no rio Hudson e, Alig, que na época era um famoso promoter, resolveu falar sobre isso publicamente. O pior de tudo foi que ele passou nove meses tagarelando a respeito do assassinato até que uma revisão nos registros do necrotério revelasse que de fato existia um caso cujas características combinavam com a descrição de Alig. O assassino foi condenado a 17 anos de prisão e, em 2003, a história se transformou no filme “Party Monster”.

3 – Ser apavorado

Depois de ser preso por se envolver em uma briga de bar em Chennai, na Índia, Dosai Kumar, que ainda não sabia o motivo de ter sido levado sob custódia, se apavorou e, para alegria da polícia, acabou confessando que havia assassinado duas pessoas. As vítimas eram D. Mani — cujo cadáver tinha sido resgatado cinco dias antes da confissão —, e o pai do morto, De­­varajan Mani.

Durante as investigações, a polícia descobriu que a família de Mani “pai” havia declarado que o homem morrera de ataque cardíaco, o que levantou suspeitas de que Kumar podia ser um matador de aluguel. O assassino alegou que cometera os crimes para preservar a honra da família, já que os dois mortos não passavam de bêbados. Contudo, as autoridades depois apuraram que o motivo era, na verdade, a posse de uma propriedade avaliada em vários milhões de rúpias.

4 – Querer chamar atenção

Dennis Rader

Entre os anos de 1974 e 1991, um assassino misterioso matou 10 pessoas brutalmente em Wichita, nos EUA. O pior é que o criminoso mandava cartas às autoridades com pistas e zombando de sua incapacidade de prendê-lo, e os policiais não tinham nenhum suspeito. Anos depois, em 2004, um dos jornais locais resolveu publicar um artigo sobre a inatividade do homicida, especulando sobre a possibilidade de que ele estivesse preso ou morto.

Foi então que o assassino — em busca de atenção — começou a mandar cartas tanto ao jornal como para outros meios de comunicação com informações, pistas e enigmas sobre os crimes, e um policial, aproveitando a oportunidade, teve a ideia de trocar mensagens cifradas através de colunas de classificados com o matador pedindo mais indícios. E ele caiu na armadilha.

O assassino fez chegar às autoridades a dúvida se ele poderia ser rastreado caso as informações fossem enviadas através de um disquete, pedindo que essa questão fosse respondida com toda honestidade através de uma mensagem no jornal, conforme combinado. Evidentemente, a polícia mentiu, e após receber o disquete, apesar de o criminoso ter tentado apagar qualquer vestígio que levasse até ele, os oficiais o encontraram facilmente.

O assassino era um homem chamado Dennis Rader, um — aparentemente — pacato cidadão que trabalhava como “homem da carrocinha”, era líder de escoteiros e membro ativo do conselho de uma igreja luterana. Atualmente, Rader está servindo uma de suas 10 sentenças consecutivas à prisão perpétua.

5 – Ser descuidado

Larry Barnett

Por sorte — e puro descuido —, o caso a seguir trata-se de um assassinato que não foi consumado! Tudo começou quando Larry Barnett, dono de uma loja de carros no Arkansas, resolveu ligar de um de seus celulares para contratar os serviços de um matador de aluguel. Barnett queria se livrar de um de seus ex-funcionários para quem devia dinheiro e, enquanto passava os detalhes para o assassino, foi procurar o telefone da vítima no outro celular.

Acontece que Barnett acabou ligando para o “futuro” morto por acidente e, sem perceber, guardou o celular no bolso enquanto a vítima ouvia a conversa inteirinha que o descuidado estava tendo com o matador. O ex-funcionário acionou a polícia e toda a operação foi desmantelada antes que qualquer tragédia acontecesse.

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