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De acordo com o site io9, em breve deve ocorrer nos Estados Unidos uma conferência da Sociedade de Endocrinologia e uma quantidade significativa de pesquisas que serão apresentadas durante o evento está relacionada à vitamina D.

Contudo, segundo a publicação, o mais complicado seria encontrar um equilíbrio na administração da substância, pois, conforme demonstrado em diversos estudos, a sua deficiência poderia ser prejudicial à saúde, assim como a sua presença em excesso.

Deficiência

Apesar de ainda não ter sido comprovado cientificamente, a vitamina D parece ter um efeito milagroso no tratamento da depressão, além de ter mostrado bons resultados com indivíduos que sofrem de diabetes do tipo 2. Nos dois casos, pacientes tratados com suplementos de vitamina D apresentaram uma significativa melhora, tanto nos quadros de depressão como na diminuição dos níveis de triglicerídeos.

Recomendação médica

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Se a vitamina D é tão importante assim, por que é que os médicos simplesmente não recomendam enormes quantidades à população? Em primeiro lugar, porque até o momento os exames disponíveis para avaliar a deficiência da substância, conhecidos como ARC (Abbott Architect) e CT2 (Siemens Centaur2), são bem pouco precisos.

Em segundo lugar, porque, de acordo com vários pesquisadores, quando combinada a outras substâncias, a vitamina D também pode ser prejudicial. Uma dessas substâncias é o cálcio, também imprescindível para o nosso organismo e largamente recomendado por médicos e nutricionistas.

Excesso

Segundo vários estudos, a combinação das duas substâncias pode ocasionar o excesso de cálcio no sangue e urina, além de cálculos renais. Em outras palavras, a vitamina milagrosa também poderia causar muitos problemas.

Portanto, até que alguém descubra qual é a quantidade exata de vitamina D que pode ser consumida com segurança, o melhor é seguir as recomendações diárias sugeridas pelos diversos órgãos — nacionais e internacionais — reguladores.

Fonte: io9