10 animais bizarros que as pessoas já acreditaram que realmente existiram
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10 animais bizarros que as pessoas já acreditaram que realmente existiram

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1. Borametz

Também conhecido como o cordeiro vegetal da Tartária e polipódio chinês, os borametz foram mitos populares na Idade Média e seriam metade planta e metade animal. Duas variedades deste “bicho” foram identificadas: o primeiro seria um fruto que caiu de uma árvore, que acabou se abrindo e revelando um cordeiro em seu interior; enquanto o segundo era uma espécie de arbusto com um cordeirinho na sua ponta.

2. Morsa-da-tasmânia

A morsa-da-tasmânia foi descrita como um animal de 10 centímetros que tinha o comportamento parecido com o de um hamster, mas ronronava como um gato. Ele também se alimentava de baratas e podia ser mantido em casa, como um bichinho de estimação.

O único problema é que tudo não passava de uma brincadeira de 1º de abril, criada pelo jornal Orlando Sentinel, dos EUA. E por mais que o artigo trouxesse a informação de que era uma piada, muita gente acreditou – tanto que muitas pessoas ligaram para o jornal e para pet shops querendo um exemplar do suposto bichinho.

3. Gunni

Com o corpo parecido com o de um vombate e chifres iguais aos de um alce, o gunni foi um animal descrito pela primeira vez em 1860, na Austrália. O problema é que ele não passava de um trabalho de taxidermia, que realmente misturava algumas espécies – mesmo assim, muita gente jura que já viu essa criatura pra lá de bizarra.

4. Toupeira-broca-de-gelo-de-cabeça-quente

A Discover Magazine de abril de 1995 trouxe uma história bem esquisita que explicaria o desaparecimento dos pinguins: seria culpa de um misterioso animal que derretia o gelo com sua cabeça quente.

A história foi inventada pelo editor-sênior da revista, Tim Folger, mas tomou grandes proporções. Ele descreveu isso depois de observar um animal estranho, parecido com uma toupeira, que aparentemente havia puxado um pinguim para dentro do gelo! Essas toupeiras teriam uma grande protuberância óssea na testa, usada para derreter a camada polar.

Só que a bizarrice foi tão bem escrita que até mesmo o sumiço do explorador Phillipe Poisson, na Antártida, em 1837, foi atribuído à “toupeira-broca-de-gelo-de-cabeça-quente”. Muita gente escreveu cartas à Discover Magazine querendo mais informações sobre esse monstrengo fictício.

5. Polvo-da-árvore

Se você pensa que só agora a internet é um grande polo de invenções malucas, você está muito enganado: em 1998, circulou a história de um estranho polvo-da-árvore, que passaria apenas seus primeiros dias de vida e o período de acasalamento nas águas. Depois disso, a umidade das florestas tropicais do nordeste do oceano Pacífico permitia que esses bichos vivessem pendurados nas árvores.

E a bizarrice não para por aí: eles seriam animais bastante evoluídos, inteligentes e curiosos. Os polvos-da-árvore também exprimiam suas emoções através da mudança de cor de sua pele. Como eles supostamente corriam risco de extinção, até mesmo um site foi criado na época na tentativa de salvá-lo. Tudo parte da grande trollagem que a internet sempre propagou.

6. Ganso-percevejo

O estranho desaparecimento dos gansos-de-faces-brancas, também chamados de bernaca, durante o período de preparação de seus ninhos fez com que muita gente na Idade Média criasse teorias mirabolantes para esse acontecimento. A mais bizarra de todas é a de que isso acontecia porque esses animais, na realidade, não faziam ninhos. Eles supostamente nasciam de percevejos marinhos! Esse mito durou quase 600 anos, até o século 18.

7. Georgie

A lenda de Georgie, ou o monstro do lago George, surgiu em 1904 com uma brincadeira entre dois amigos de Nova York (EUA). Durante uma pescaria, Harry Watrous criou um suposto monstrengo com um tronco de cedro de 3 metros de comprimento e olhos de vidro. Ele também pintou o “animal” e instalou roldanas para tentar fazer uma espécie de marionete para assustar o colega.

A pegadinha deu tão certo que Watrous resolveu aplicá-la mais algumas vezes, assustando outros amigos e até mesmo desconhecidos que frequentavam o lago George. Foi questão de tempo para Nova York inteira estar comentando sobre a lenda desse monstro.

O "monstro" hoje se encontra em um museu

8. Cobras que rolam

Durante o período colonial na América do Norte, era bastante comum o mito de uma cobra que agarrava o próprio rabo e perseguia suas vítimas rolando como se fosse uma roda atrás delas. Para piorar, esses animais teriam uma espécie de ferrão venenoso na cauda. E não para por aí: ela também poderia se inflar, brilhar no escuro e esguichar o veneno com o seu ferrão. Ainda bem que não passa de lenda, não é mesmo?

9. Coruja pré-histórica

No ano passado, um site de notícias de mentira inventou uma história mirabolante sobre a descoberta dos restos de uma gigante coruja pré-histórica, em 2007, por cientistas brasileiros! Depois disso, em 2014, eles teriam conseguido clonar o animal sem saber que ele era um devorador de olhos! Apesar de o site esclarecer que se tratava de uma brincadeira, muita gente acreditou e sequer checou as informações. A notícia viralizou e rodou o mundo como se fosse verdadeira.

10. Woofen-poof

A história de um pássaro do deserto de Gobi com 17 centímetros de comprimento e um bolsa no bico parecida com a de um pelicano também começou como uma brincadeira para apenas uma pessoa e se tornou viral em todo o mundo – e isso lá nos idos de 1928!

O professor L.W. Sharpe, com auxílio de seu assistente C.B. Fraser, inventou a história da ave para sacanear um colega, o botânico L.F. Randolph. Só que a monografia e a maquete que acompanhavam a farsa ficaram tão boas que os dois brincalhões apresentaram o woofen-poof em uma palestra na universidade. O próprio Fraser, usando uma barba falsa, fez o discurso que encantou os presentes. Durante muito tempo, o animal foi citado em estudos sérios.

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