Cientistas querem clonar mamute a partir de múmia de 39 mil anos
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Cientistas querem clonar mamute a partir de múmia de 39 mil anos

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Você já deve ter reparado que o Mega Curioso adora o Japão, não é? Pois é, nós gostamos de muitas coisas que acontecem lá naquela terrinha incrível e a novidade agora é que aquele país está recebendo a visita ilustre de uma criatura chamada Yuka, o mamute mais bem preservado de todos os tempos.

É a primeira vez que esse mamute mumificado é colocado em exposição pública. Yuka foi encontrado há três anos na Sibéria e os paleontólogos acreditam que ele morreu entre os seis e 11 anos de idade, há 39 mil anos.

Um dos pesquisadores envolvidos com a descoberta de Yuka, Semyon Grigoriev, disse que o mamute está assim tão bem conservado porque passou todo esse tempo congelado. Ele disse supor que o mamute possa ter caído ou ficado atolado em algum lugar até morrer, o que explica a parte inferior do corpo do animal ter ficado bem conservada. Em compensação, o tronco superior foi praticamente todo corroído por predadores pré-históricos.

Fonte da imagem: Reprodução/TheVerge

Crânio

Fonte da imagem: Reprodução/TheVerge

Uma das coisas mais interessantes a respeito da descoberta desse mamute é que mesmo estando congelado há tanto tempo, foi possível que cientistas coletassem amostras de sangue em seu corpo. Alguns pesquisadores acreditam que o sangue desse mamute contém uma espécie de anticongelante natural.

Um acordo foi assinado entre cientistas para tentar clonar Yuka, mas ainda não se sabe se é possível encontrar um material genético bem preservado a partir da amostra de sangue colhida. O professor Adrian Lister, do Museu de História Natural de Londres, declarou ao jornal The Guardian que sempre que um mamute é encontrado, questões a respeito de clonagem são levantadas. Lister, porém, diz duvidar que a clonagem possa acontecer. E você, o que pensa disso?

A pele, quase intacta

Fonte da imagem: Reprodução/TheVerge

Cabelo preservado

Fonte da imagem: Reprodução/TheVerge

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