5 características assustadoras de quem trabalha limpando cenas criminais
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5 características assustadoras de quem trabalha limpando cenas criminais

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Vocês já imaginaram quem é que “limpa” a cena de uma tragédia? Os policiais e o IML, por exemplo, são pagos para recolher os restos de pessoas mortas, mas isso não inclui limpar todo o vestígio de massa encefálica em uma cena criminal. Esperamos que nenhum de nossos leitores tenha passado por alguma experiência traumática e violenta na vida, mas o fato é que alguém precisa lavar o sangue e recolher as tripas – e a família da pessoa morta normalmente não é a mais indicada para isso.

O site Cracked consultou especialistas nesse tipo de limpeza, que contaram algumas realidades encontradas em cenas chocantes. Apesar de a “limpeza” ser o básico nesse tipo trabalho, ela não é igual a tirar o pó da sua estante ou varrer o chão da sua sala em um domingo à tarde. Esse serviço requer sangue frio, capricho e segurança.

Confira abaixo 5 características de quem trabalha com esse tipo de serviço:

1. O que pode ser considerado resíduo hospitalar?

Restos mortais de uma cena nem sempre são fáceis de serem removidos, e alguns deles precisam de autorização especial para tal. Algumas doenças são transmitidas pelo contato com o sangue, por exemplo. Você já imaginou como é a limpeza de um local onde morreu uma vítima do ebola?

É necessário esterilizar e recolher todos os materiais que podem ser infecciosos. Mas como separar o que está em uma cena criminal como contagioso ou não? Seringas e agulhas, ok, fácil, mas o especialista Dale Cillian contou ao Cracked que muita coisa é feita de forma totalmente arbitrária – os responsáveis pela limpeza precisam ter o bom senso do que deve ser esterilizado ou não.

2. Talvez você não esteja preparado para isso

“Ah, mas limpeza é comigo mesmo. Acho que posso ter o emprego perfeito para contar vantagem em uma roda de amigos”. Esse pode até ter sido seu pensamento quando cogitou a ideia de limpar cenas criminais, mas você realmente estaria preparado para esse serviço?

Não se trata apenas de limpar uma mancha de sangue no tapete ou recolher massa encefálica no asfalto: é preciso capricho. E sangue frio. E autocontrole. Gostar de limpeza também é fundamental, mas é preciso estar preparado para cenas aterrorizantes, como corpos em decomposição há vários dias e que viraram gordura que se impregna nos móveis, nas paredes e no chão.

3. Lavagem de dinheiro

Aqui estamos falando de lavagem de dinheiro literalmente. Pegar notas e objetos de valor que foram contaminados com fluidos humanos é crime, mas muita gente se deixa levar pela facilidade de “roubar” de defunto. Quando o material tem algum valor, empresas contratadas para fazer a limpeza de uma cena de crime podem se apropriar de objetos que deveriam ter outro destino.

Para isso, algumas empresas cobram um serviço mais barato, mas pegam alguns itens e dão apenas uma “lavadinha” neles depois. O mesmo vale para dinheiros e cartões. O correto é tudo ser entregue ao governo para que possa ser dado um fim correto ao material: seja incinerando, esterilizando ou arquivando.

4. Suicídios acontecem bastante e sujam muito

Apesar de serem pouco noticiados, os suicídios ocorrem com uma frequência muito alta. Há uma regra velada no jornalismo de evitar contar esse tipo de acontecimento para que isso não se torne um estímulo para potenciais suicidas. 

Os especialistas que conversaram com o Cracked falaram que as cenas de suicídio são sempre muito trabalhosas de serem limpas – principalmente se envolveram armas de fogo. 

5. Risco à vida

Alguns lugares são muito contaminados, principalmente se a morte for por alguma doença. Novamente usando esse exemplo: já se imaginou limpando o quarto de alguém que morreu por causa do ebola? Então...

O serviço “sujo” deve ser feito por alguém, então é preciso ter experiência e qualificação, principalmente quando envolve risco à vida. Lugares contaminados, doenças e muito sangue formam o cenário de terror perfeito. Já pensou em trabalhar com isso? Pense novamente.

*Publicado em 12/8/2015

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