Jovem só sente atração sexual pelo jogo Tetris, com quem quer se casar
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Jovem só sente atração sexual pelo jogo Tetris, com quem quer se casar

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Noorul Mahjabeen Hassan é uma jovem de apenas 20 anos de idade que não sente atração sexual por pessoas comuns. Na verdade, ela se diz apaixonada mesmo pelo Tetris, aquele famoso joguinho.

Em uma entrevista recente, Hassan contou que antes de Tetris, ela teve um romance com uma calculadora chamada Pierre. Agora, por causa de seu relacionamento atual com Tetris, ela fica cerca de 10 horas por dia jogando online ou em seu celular.

Para Hassan, um encontro amoroso entre ela e seu amado inclui, por exemplo, passar horas jogando em uma biblioteca. Dizendo ser completamente apaixonada pelo jogo, ela conta que comprar um novo cartucho é uma forma de presentear seu amado. “O amor não é algo que se possa explicar, mas ele me satisfaz e ele é realmente bonito e eu o acho muito atraente”, explicou.

A jovem sabe que seu amor se encaixa no que conhecemos por objectofilia, que é o que acontece quando alguém se apaixona por um objeto. Ela revelou que seu amor por Pierre, a calculadora, aconteceu porque ela o achava muito bonito, amava seus botões e suas funções. Não é de se espantar que ela curse matemática na universidade...

Pierre eventualmente quebrou, e foi então que a jovem caiu nas graças de Tetris, com quem agora planeja se casar. “O aspecto do casamento é puramente cerimonial. Obviamente eu não posso literalmente me casar com um objeto, seria apenas eu fazendo uma cerimônia com Tetris”, explicou.

Relacionamento feliz

Hassan explicou, ainda, que entende que muitas outras pessoas jogam Tetris também, e que isso não a deixa com ciúme, contanto, é claro, que as pessoas tenham limites. “Estou apaixonada pelo jogo como um todo, mas não me importo se outras pessoas jogarem Tetris contanto que ninguém esteja tentando namorá-lo ou que seja mais íntimo do que eu sou”.

Em relação a romances com pessoas reais, Hassan disse que já tentou se envolver em relacionamentos desse tipo, mas que nunca deu certo. Seu joguinho de Tetris pode eventualmente quebrar, ela sabe, mas tem noção de que é fácil adquirir outro: “Eu me importo com o jogo, não com o cartucho”, explicou.

A jovem contou também que se sente atraída por outros objetos como iPods e esteiras, e que a primeira vez que se sentiu atraída sexualmente por um objeto foi há alguns anos, ao cair de amores por um aparelho de GPS: “Eu não tinha a mínima ideia do por quê, mas eu ficava realmente envergonhada perto do GPS ou quando qualquer um falasse sobre ele”.

Ela contou, ainda, que vivia usando o GPS e que fazia questão de ficar bem pertinho do aparelho, pois se sentia muito feliz ao ficar próximo a ele e ouvir sua voz.

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