15 técnicas bizarras de criatividade usadas por escritores famosos
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15 técnicas bizarras de criatividade usadas por escritores famosos

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1 – James Joyce escrevia deitado de bruços, usando canetas azuis e vestindo uma jaqueta branca sempre que estava cumprindo seu ofício de escritor – escrevendo em letras grandes e usando roupa branca, para refletir mais luz no papel, Joyce, que tinha problemas de visão, conseguia enxergar melhor;

2 – Virginia Woolf escrevia todas as manhãs, por duas horas e meia, em uma mesa alta, em pé, para que pudesse analisar seu trabalho em diferentes ângulos e distâncias;

3 – Franz Kafka precisava se sentir exausto para conseguir libertar seu lado criativo, então ele tinha o costume de passar o dia todo ocupado, fazendo mil atividades diversas, para começar a escrever às 23h e seguir até às 6h;

4 – O jornalista Truman Capote tinha algumas superstições curiosas, e não começava nem terminava de escrever um texto às sextas-feiras, por exemplo. Além disso, Capote não se sentia bem se houvesse mais do que duas bitucas de cigarro em seu cinzeiro;

5 – Victor Hugo era bastante radical na hora de se obrigar a terminar seus trabalhos. Ele chegava a se trancar em casa sem uma roupa adequada disponível para sair;

6 – O autor de “Laranja Mecânica”, Anthony Burgess, tinha o costume de abrir o dicionário em páginas aleatórias para sortear palavras que usaria em alguns trabalhos que considerava entediantes;

7 – A escritora Agatha Christie amava comer maçãs enquanto estava em sua banheira, analisando fotos de assassinatos;

8 – Alexandre Dumas escrevia ficção em papel azul; poesia em papel amarelo; e seus artigos em papel cor-de-rosa. Certa vez, ao ficar sem papel azul, Dumas usou um papel cor creme para escrever, o que ele disse ter influenciado negativamente a sua escrita;

9 – William Faulkner enchia a cara de uísque enquanto escrevia;

10 – Lewis Carroll, assim como Virginia Woolf, também escrevia em pé. Além disso, ele gostava de usar tinta roxa para escrever;

11 – Ernest Hemingway tinha uma meta de escrita, e escrevia 500 palavras por dia, todas as manhãs. Certa vez, em uma carta que enviou a F. Scott Fitzgerald, Hemingway contou que escreve uma página bem escrita para cada 91 páginas de lixo;

12 – Gertrude Stein se inspirava com a vida cotidiana e com as ruas movimentadas de Paris. Não raramente, ela começava a escrever até mesmo quando estava no carro;

13 – Jane Austen gostava muito de criar minuciosamente suas personagens, e imaginava como seriam suas vidas mesmo depois do fim de cada obra;

14 – Honoré de Balzac se inspirava para escrever enquanto bebia café – muito café, no caso: cerca de 50 xícaras por dia;

15 – O escritor Dan Brown acredita que a melhor maneira de não ter um bloqueio criativo é ficar de ponta-cabeça: para ele, essa “terapia” é a melhor forma de relaxar e de se concentrar. Além disso, de hora em hora o escritor larga seus trabalhos, faz alongamentos e exercícios de chão.

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