Nem melhor, nem pior, apenas diferente: 5 fatos sobre o seu sono
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Nem melhor, nem pior, apenas diferente: 5 fatos sobre o seu sono

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De uma forma ou de outra, todos os animais do mundo dormem, principalmente os mamíferos, que aparentemente atingem os níveis mais profundos de sono. Dentro dessa sequência, nenhuma espécie parece dar tanta importância ao ato de dormir como o ser humano. Para algumas pessoas, aquela bela dormida sem hora para acordar pode ser considerada até um caso de amor. Para outras, é uma inevitável perda de tempo. 

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Independente da sua preferência, aí vão 5 curiosidades sobre o seu, o meu, o nosso sono que você precisa saber: 

1 – O sono REM impulsiona a criatividade 

A sigla R.E.M. não dá nome somente a uma banda de rock que surgiu nos anos 80 e ainda pode ser ouvida com frequência em algumas rádios (principalmente de madrugada), mas também ao estado mais profundo dentre os estados profundos de sono que uma pessoa pode atingir. Infelizmente, não existe uma tradução oficial do termo para o português, mas significa Rapid Eye Movement, ou seja, aquele momento em que é possível detectar movimentos rápidos nos olhos de quem está dormindo profundamente. 

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Quando o REM é alcançado, a concentração de acetilcolina no cérebro se duplica em relação a quando estamos acordados. O que isso significa? Como um dos principais neurotransmissores do sistema nervoso, a acetilcolina é fundamental para o bom funcionamento das funções de aprendizagem e memória. Enquanto você está dormindo, ela estará facilitando o trânsito e o armazenamento de informações preciosas (ou não) entre os seus neurônios. 

E para provar que nessa fase do sono sua criatividade pode ganhar um empurrão, algumas obras incríveis foram colocadas em prática graças às horas muito bem dormidas dos seus artistas. Dizem que músicas como Yesterday, dos Beatles, e Satisfaction, dos Rolling Stones, além da história de "O Exterminador do Futuro", foram idealizadas durante sonhos.

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2 – Um sonho a qualquer hora 

Apesar de os sonhos serem muito mais frequentes e intensos durante o estágio REM, eles podem pipocar na sua cabeça em diferentes partes da noite, ou até mesmo do dia. Quem não conhece aquela pessoa que de vez em quando se perde viajando na própria imaginação mesmo acordada? 

3 – Ficar sem dormir pode ser antidepressivo

Desde os anos 1970, alguns estudos relacionam a privação ao sono a um estado semieufórico que o nosso organismo estabelece ao seguir acordado por muito tempo. É aquele típico “acho que estou bêbado de tanto sono”. Segundo os pesquisadores, apesar de a falta de travesseiro ajudar contra tendências depressivas, ela dura pouco tempo, pois a negatividade retorna após o primeiro cochilo do paciente/cobaia. 

É importante ressaltar que dormir é fundamental para o nosso organismo. Passar dias e varar noites acordado não faz bem nem para a cabeça, nem para outras partes do corpo. 

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4 – Cada um dorme o quanto precisa 

Uma das formas simplistas de dividir a nossa sociedade é entre aqueles que gostam de acordar cedo e os que ficam eternamente no “só mais 5 minutinhos”. Acontece que essa “métrica” vai muito mais além e, entre 7 bilhões de pessoas, não faltam variações de hábitos, gostos e necessidades em relação ao sono. Afinal, somos seres mestres na adaptação sob as mais diversas condições. 

Alguns testes mostraram que, em média, as pessoas se sentem recuperadas e dispostas para um novo dia após 8 horas de sono. Mas diga lá: se você pudesse dormir por mais tempo, você não dormiria? Ok, talvez não. Para algumas pessoas, 3 ou 4 horas são suficientes para seguir em frente. 

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Mas também há casos de quem não acompanha o padrão de horas seguidas de sono e adota um estilo próprio. Leonardo Da Vinci, por exemplo, tirava sonecas de 20 minutos em intervalos de 4 horas. Estaria aí um dos segredos para a genialidade?

5 – Dormir é bom demais 

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