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3 crimes de ódio que foram vingados na hora pelo universo

Crimes de ódio talvez estejam entre os mais revoltantes que existem. Afinal, por que odiar alguém por sua cor, religião, gênero ou orientação sexual? Por características que não fazem ninguém melhor ou pior? 

Talvez seja por isso que as pessoas que praticam esses crimes costumam ser seres abjetos, que despertam a nossa raiva — e a nossa torcida para que elas paguem pelo que fizeram. É apenas uma questão de justiça — claro! —, ainda mais para esse redator que vos escreve, um escorpiano nada vingativo. 

Essa justiça, muitas vezes, não tarda. É o que os gringos costumam chamar de “instant karma“, ou karma instantâneo em bom português. Nos cinco casos que vamos contar a seguir, o universo — ou Deus, ou o que você acreditar — puniu o criminoso na mesma hora em que o crime aconteceu. O escorpiano aqui ficou satisfeito com esse post…

1. Falou o que quis… e levou um soco que mereceu!

Falou o que quis... e levou o soco que mereceu! (Fonte: Metro.co.uk)
Fonte: Metro.co.uk

Em agosto de 2020, um babaca homem branco começou a gritar ofensas raciais contra um grupo de rapazes negros, no metrô de Londres. Ele dizia coisas como “Essa é minha casa! Vocês vão voltar” e “Meu Deus, vocês são pretos!”. 

Uma das mulheres que filmava a cena até tentou argumentar, perguntando “o que tem a ver eles serem negros?”, mas o racista a mandou calar a boca. 

O branquelo continua seu discursinho ridículo por algum tempo, até que um dos homens do grupo ofendido se aproxima e… mete apenas um soco certeiro no meio da fuça do racista — que cai no chão, sem consciência. Uma ótima resposta, não?

2. Contou para a pessoa certa!

Fonte: Buzzfeed News
Fonte: Buzzfeed News

Pessoas preconceituosas, de modo geral, são burras. E Richard Hozier, um nazista antissionista dos Estados Unidos, teve seu plano estragado pela própria burrice — ainda bem! Afinal, ele planejava explodir uma sinagoga, como forma de assustar os judeus da cidade e expulsá-los. 

A questão é que Hozier não era nada discreto em seus planos e costumava publicar comentários preconceituosos abertamente na internet. Isso motivou uma denúncia e deflagrou uma investigação do FBI contra ele. Um agente fingiu ser um colega nazista e Hozier simplesmente confessou todos os seus planos. Acabou preso. Final feliz. 

3. Brincadeira sem graça… Mas com punição!

Fonte: Washington Post
Fonte: Washington Post

Um grupo de quatro adolescentes babacas resolveu fazer uma brincadeirinha para comemorar sua formatura em uma escola de ensino médio de Maryland. Um deles sugeriu que eles deveriam pixar “Turma de 2018” no prédio e os outros toparam. Até que eles começaram a deixar desenhos bem menos simpáticos: suásticas, menções à Ku Klux Klan, frases homofóbicas e ofensas racistas contra o diretor, negro. 

Os adolescentes usaram máscaras para não serem reconhecidos pelas câmeras de segurança. Mas eles não contavam com um detalhe: o Wi-Fi da escola funciona com cadastros individuais e o celular de cada um deles se conectou automaticamente ao sistema. No dia seguinte, a polícia só precisou de alguns cliques para descobrir quem estava por trás da brincadeira sem graça — e tirá-los algemados da formatura. 

Em matéria sobre o caso, o jornal Washington Post conta que o primeiro rapaz a confessar — a polícia o chamou antes pois sabia que ele daria com a “língua nos dentes” — pediu para cobrir o rosto, de modo que seus colegas não o vissem sendo preso. O policial só respondeu: “Não, você merece isso”. 

Infelizmente, nem todos os crimes de ódio recebem essa mesma punição instantânea do universo… Mas essas histórias já são o suficiente para deixar a gente com uma boa  sensação de que a justiça foi feita — pelo menos nesses casos. 

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