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Advogado tem licença cassada por fazer filmes pornô com detentas

A Suprema Corte do estado da Flórida, nos Estados Unidos, cassou a licença de trabalho do advogado Andrew Spark após uma série de condutas antiéticas. De acordo com as autoridades locais, Spark foi acusado de fazer sexo com detentas de uma cadeia estadual e gravar os encontros para utilizar em um filme pornô.

Com 58 anos de idade, o norte-americano teria o costume oferecer depósitos nas contas bancárias das prisioneiras em troca de favores sexuais, desde que elas o permitissem utilizar as gravações para um filme erótico batizado de “Garotas na Prisão”.

Gravação de filme pornô

(Fonte: Pixabay)
(Fonte: Pixabay)

Segundo a decisão do tribunal, Spark “abusou” de seus privilégios da sua relação advogado-cliente para ganhar acesso a celas privadas em duas cadeias diferentes tendo como motivação “seus próprios interesses lascivos e/ou financeiros”. 

Na nota disciplinar, a Suprema Corte da Flórida ressalta que a punição é retroativa aos acontecimentos de 15 de julho de 2019, quando o advogado foi suspenso pela primeira vez.

Em depoimento, as autoridades locais confirmaram que as celas utilizadas por Andrew para “encontrar” suas clientes não eram equipadas com qualquer tipo de câmera de vigilância e possuíam apenas uma pequena janela na porta. Por fim, o aspirante a ator pornô então filmava as detentas realizando sexo oral enquanto bloqueava a visão dos guardas permanecendo em frente a porta do local.

Falso advogado

(Fonte: Pixabay)
(Fonte: Pixabay)

No intuito de conseguir entrar nas instituições carcerárias portando uma câmera, Andrew Spark dizia aos guardas que precisava utilizar o equipamento durante seus encontros para que ele pudesse ser eficiente ao representar suas clientes. Porém, Spark jamais trabalhou de advogado para nenhuma das prisioneiras locais e ia ao local apenas em busca de sexo.

“Ele conseguiu burlar o nosso sistema porque ele se apresentava como um advogado”, disse o delegado Bob Gualtieri em depoimento à imprensa. De acordo com a reportagem produzida pelo canal Fox 13, após atingir seu objetivo pornográfico, o homem costumava transferir suas filmagens diretamente para uma conta em um site pornô. 

Após ser pego em flagrante realizando os atos sexuais dentro da penitenciária, Spark confessou ser culpado de três acusações diferentes, incluindo o incentivo à prostituição. Apesar de ter sido condenado a cumprir todas as sentenças em liberdade condicional, o norte-americano não deve voltar a atuar como advogado nessa vida.

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