Conheça os minúsculos quartinhos japoneses retratados de forma acolhedora
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Conheça os minúsculos quartinhos japoneses retratados de forma acolhedora

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Quando você resolve morar sozinho aos 20 e poucos anos, geralmente o primeiro apartamento não é muito grande. A não ser que você consiga um bom “paitrocínio”, é bem provável que passe por muitos perrengues até conseguir organizar toda a mobília, os livros, os eletrodomésticos e ainda conseguir entrar no apê.

No entanto, por mais que sua moradia seja pequena, é bem provável que ela seja maior do que os impressionantes hotéis-cápsulas japoneses. Por lá, cada “quarto” é grande o bastante para caber uma cama e alguns objetos – é quase como se você estivesse dormindo em um caixão mais moderno.

Na série Living Close, criada pelo fotógrafo Won Kim, os alojamentos dos albergues japoneses são retratados de forma intimista e acolhedora. Em pequenos cubículos, os mochileiros conseguem empilhar camisetas, cobertores e objetos pessoais como se estivessem em casa. O mais curioso é que as paredes são feitas de madeira e só há uma fonte de luz.

Mesmo que a habitação seja modesta, os jovens arrumam espaço para organizar edredons, bolsas, headphones, notebooks, ventiladores, produtos de higiene, instrumentos elétricos e muitos livros.

De maneira pessoal e agradável, Kim conseguiu provar que não é preciso muita coisa para criar um lar. Em vez de mostrar buracos na parede onde dormem indivíduos, ele retratou parte da vivência dos turistas na Terra do Sol Nascente.

“Quanto mais bagunçado o quarto era, mais aconchegado eu me via”, contou o fotógrafo. “Eu não direciono diretamente o espectador a reconhecer alguma coisa em minha arte. Porém, de alguma forma, eles acabam se sentido acolhidos observando aqueles quartinhos apertados, em vez de se sentirem enclausurados”, concluiu.

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