9 histórias tragicômicas de quem teve animais de estimação diferentes
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9 histórias tragicômicas de quem teve animais de estimação diferentes

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Quem não tem uma história engraçada (ou trágica) com um bichinho de estimação? Às vezes, o drama é justamente por nunca ter tido um animalzinho para chamar de seu.

Pois esse foi o tema de uma das nossas conversas aqui na redação.Depois de muitas risadas, surgiu a ideia: vamos perguntar para os nossos leitores sobre o assunto!

Assim, lançamos o seguinte post na nossa página no Facebook:

“O #megacurioso quer saber: assim como essa adorável família da foto, você já teve algum animal de estimação meio fora do comum? Tem alguma história tragicômica com ele? Conta pra gente nos comentários! Vamos reunir as histórias mais engraçadas para publicar no site! VALENDO

É claro que recebemos respostas fantásticas e, por isso, separamos algumas para dividir com vocês:

1. O rato da caixa

Nossa leitora, fã e, por um acaso do destino, minha mãe adorou a brincadeira e nos contou a trágica história do ratinho:

“Minha irmã mais nova pegou um rato no esgoto, deu banho, colocou talco e arrumou uma caixa de sapato para ser sua caminha. O vizinho achou e deu um chute no coitado e fez ele voar longe. Foi uma tristeza”.

Stuart Little não curtiu isso!

2. A Carolina Guerreiro enviou uma foto do seu animalzinho de estimação!

Conheçam a cabra Max! Sim, ele usa fraldas! 

3. A Gabriella Guimarães dividiu a tristeza de não poder ter um pet em casa!

“Minha mãe não me deixava ter bichos de estimação, então, resolvi adotar cinco minhocas que achei cavando buracos na terra de casa. Eu tinha uns 10 ou 11 anos mais ou menos. Elas tinham nomes: Clotilde, Gertrudes, Pamela e esqueci o nome das outras duas. Todas eram fêmeas - na minha cabeça. Cuidava muito bem de todas, mas a minha mãe, já de saco cheio de mim e das minhocas, resolveu se livrar delas. Chorei por quase um mês e disse que elas iriam se vingar dela. Até hoje nada”.

4. Quando o nome indicou um futuro trágico

A Luciana Scoca contou a triste história do seu galo: “Quando era criança, ganhei um pintinho amarelinho de presente. Cuidei dele por muito tempo, virou um galo lindo. Era meu bicho de estimação, atendia prontamente quando o chamava pelo nome "‘Papita’. Como ele ficava solto, uma bela manhã, o chamei e ele não mais apareceu. Tempos depois, descobri que a vizinha tinha matado e comido o meu ‘Papita’”.

5. Quem não tem cão... caça com cão de pelúcia

O Weverton de Oliveira tinha uma imaginação e tanto quando criança!

“Eu já tive um cachorro de pelúcia. O pior é que eu achava que ele estava vivo. Um dia eu dei banho nele, ele ficou todo molhado e eu pensei que tinha afogado ele e escondi para ninguém ver o corpo. Pior tristeza que tive”.

6. Helenice e a mãe que roubava bichos

Sem dúvidas, as mães são as principais culpadas por “sumiços” de animais de estimação, seguidas por vizinhos sem coração! A Helenice que o diga:

“Mães sempre dando um sumiço nos bichos da gente. A minha sumiu com dois periquitos, dois papagaios, dois cachorros e sete gatos que eu tinha. Hoje não tenho nenhum bichinho, mas quero ter um cachorro e um gato quando tiver um local certo para cuidar deles e nunca os abandonar. Até hoje não concordo com o que ela fez aos meus bichos”.

7. Uma referência à infância

É claro que nós também participamos dessa enquete! A Raquel, responsável pelo Mega Curioso, contou uma das suas histórias de infância:

“Também tive dois bichos-da-seda de estimação. Eu tinha receio que eles se transformassem em borboleta e fugissem, então eles moravam dentro do meu guarda-roupas. Os bichos se chamavam Baby e Dino, em homenagem à Família Dinossauro”.

8. Nem eu fiquei de fora

Eu também divido o drama de passar uma infância pedindo à minha vó um bichinho:

”Ninguém me deixava ter um bichinho, então adotei um caruncho que vi passando na cozinha. Seu nome era Juquinha e nós éramos muito felizes – até que ele morreu no dia seguinte”.

9. Com estilo

A Alinne gostava de produzir a sua galinha cega:

“Eu tinha uma galinha cega de um olho, ela era bem mansinha. Eu e meus primos pintávamos as unhas e o bico dela com esmalte, ela ficava muito estilosa. Nunca esqueço um dia que ela estava correndo feliz pelo quintal e bateu a cabeça num pau, a bichinha ficou desorientada”.

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