Se você é daqueles que morrem de medo que alguma bactéria mortal presente na sua escova de dente ou enterrada no seu travesseiro possa fazer algum mal à sua saúde, pare de se preocupar tanto! O pessoal da Fitness Magazine decidiu investigar inúmeros mitos que circulam por aí sobre a contaminação de germes e bactérias, descobrindo que bem poucos desses bichinhos chegarão a fazer qualquer mal a você. Confira:

Escova de dente

(Fonte da imagem: Thinkstock)

Você já deve ter ouvido falar sobre as bactérias ninja que “voam” do vaso sanitário até a sua escova de dente toda vez que você dá descarga, não é mesmo? Na verdade, essa transferência de microrganismos realmente ocorre — eca! —, mas não chega a ser algo tão perigoso quanto você imagina.

Toda vez que damos descarga, gotículas de água espalham germes e bactérias por todo o banheiro, mas, para que esses organismos possam se proliferar, eles precisam de água. Portanto, assim que a escova de dente estiver seca — ou qualquer outra superfície do banheiro —, a maioria dos bichinhos acaba morrendo. E, para evitar qualquer risco, escove os dentes antes de usar o banheiro, mantenha a escova guardada ou lave-a antes de usar.

Maçanetas de banheiros públicos

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia)

Segundo os especialistas, as maçanetas dos banheiros públicos são as superfícies que apresentam o menor número de microrganismos, pois, acredite se quiser, de acordo com os testes, 68% das pessoas que usam esses locais lavam as mãos antes de sair dos banheiros. Além disso, as maçanetas costumam estar sempre secas, dificultando a proliferação desses bichinhos.

Mesas de trabalho

(Fonte da imagem: Thinkstock)

Não é nenhuma novidade que as nossas mesas de trabalho — principalmente as dos meninos — são verdadeiros antros de microrganismos. Tanto que, em média, é comum encontrar uma quantidade 400 vezes maior de germes e bactérias nesses locais do que nos vasos sanitários.

Contudo, embora algumas doenças — como a gripe, por exemplo — possam ser transmitidas através de superfícies e objetos de escritório contaminados, a maioria dos “inquilinos” que vivem nas nossas mesas são completamente inofensivos, podendo ser mantidos sobre controle através da higienização regular com produtos desinfetantes.

Dinheiro

(Fonte da imagem: Thinkstock)

Embora existam tantos boatos relacionados à contaminação através do dinheiro quanto existem cédulas e moedas circulando por aí, a verdade é que nenhum desses populares bens oferece um ambiente propício para a proliferação de microrganismos.

As cédulas, por serem feitas de papel e normalmente estarem sempre secas, dificultam as chances de que os bichinhos se multipliquem em níveis que possam ser prejudiciais, enquanto as moedas, por serem feitas com material metálico, contam com elemento antibacteriano em sua composição.

Travesseiros

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia)

Se você dorme com o mesmo travesseiro há anos, é bem provável que você compartilhe o seu sono com pilhas de germes e bactérias, acumulados depois de tanto tempo de uso. Mas isso não é nenhum motivo para você perder o sono.

Segundo os pesquisadores, é mais provável que o travesseiro velho deixe você com um belo torcicolo do que o infecte com alguma doença. Entretanto, por questões de higiene e para evitar alergias, é recomendado lavar as fronhas semanalmente, e os travesseiros — a maioria é lavável — podem ir para a máquina regularmente também.

De qualquer forma, para evitar maiores problemas e possíveis contaminações, existe uma ação muito simples que, caso ainda não seja um hábito, você deve tratar que se torne um: lavar as mãos com água e sabão regularmente. Fácil, não é mesmo?

Fontes: Fitness Magazine e lifehacker