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Padrões de beleza: você sabe como esse conceito impacta sua vida?

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Os padrões de beleza mudam de acordo com as décadas, impactando diretamente a rotina e os comportamentos das pessoas. Se o modelo estabelecido é de pessoas supermagras, por exemplo, a tendência é que os hábitos alimentares e de exercício sejam moldados para atingir essa "imagem perfeita", refletindo na saúde e no bem-estar das pessoas.

Tais referências de beleza, no entanto, são impossíveis de serem alcançadas plenamente, afinal cada um tem características corporais e estéticas distintas. A fim de dissolver essa ideia do que é belo, movimentos contrários, como o body positive, vêm se tornando cada vez mais comuns.

Fonte: Tenor

Padrões de beleza

Mesmo antes de terem esse nome, os padrões de beleza sempre existiram e se modificaram com o passar do tempo. É fácil verificar isso quando fazemos uma busca rápida na internet, procurando tipos de roupas, penteados e maquiagens mais usadas em determinada época.

A questão é: quem define esse padrão de beleza? E por que aceitamos isso para definir se uma pessoa é feia ou bonita? Apesar de também serem transmitidos pela família e pelos pares, hoje os modelos são impostos, majoritariamente, pelo que vemos nas redes sociais e na televisão, tornando a insatisfação pessoal quase uma "doença crônica" da sociedade. 

Caindo na armadilha dos padrões de beleza

Em vez de preservar sua integridade corporal, muitas pessoas "dividem" o corpo em pedaços e vão a clínicas de estética para ter determinado nariz, seios com um formato visto no YouTube ou um rosto inteiramente sem rugas. Sempre obedecendo a um padrão imposto pelos outros.

Até em locais que têm como foco a saúde e o bem-estar físico, como as academias de ginástica, muitas pessoas preferem rejeitar a orientação de profissionais e, por conta própria, exagerar nos treinos, fazer dietas altamente restritivas e até mesmo utilizar hormônios prejudiciais para mudar o corpo.

A busca desenfreada por um padrão de beleza "ideal" pode causar diversas doenças, como estresse, depressão, problemas financeiros, baixa autoestima, além de transtornos alimentares como anorexia, bulimia e ortorexia (obsessão por alimentos saudáveis) e vigorexia, que é a insatisfação crônica com a imagem corporal.


Inspire-se em você

Após muitos anos de mensagens em todas as mídias, com fotos de modelos supermagras e anúncios de dietas milagrosas, o movimento body positive surgiu na contramão dos padrões de consumo de beleza com uma proposta simples: que cada um tenha um olhar sincero e amoroso de si mesmo.

Ter uma visão positiva do próprio corpo, gordo ou magro, com as marcas que lhe pertencem, significa se respeitar. Seguindo o movimento, a valorização do corpo implica aceitação, porém sem abrir mão da saúde. A ideia é que, ao focar mais a saúde e o bem-estar, os modelos de beleza dos outros passem a ter menos importância. Nesse sentido, alimentação saudável e atividade física são importantes aliados para normalizar os corpos do jeito que eles são. Sem expectativas irreais, atingir um peso saudável é só uma consequência.

Se você já caiu na armadilha dos padrões de beleza ou conhece alguém nessa situação, busque a ajuda de profissionais.

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